Trump atribui seu apoio a Netanyahu ao impulso eleitoral do premiê
O presidente dos EUA se referiu ao primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu como "Bibi" nas redes sociais ao afirmar que seu apoio ajudou a impulsionar o premiê nas eleições em Israel.
Netanyahu fez campanha com base em sua liderança em tempos de guerra e no apoio do presidente dos EUA, Donald Trump, seu aliado na guerra contra o Irã, que afirmou que eles deveriam "concluir o trabalho".
"Quando o presidente Trump apoiou Bibi Netanyahu, a situação mudou completamente e, agora, em vez de uma derrota decisiva para um grande primeiro-ministro, parece um grande impasse de virada, ou até mesmo uma VITÓRIA para Netanyahu. Tudo isso aconteceu DEPOIS do apoio do presidente Trump, que só quer o que é bom para o Oriente Médio, Israel e os Estados Unidos da América!", publicou o líder repúblicano no Truth Social.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, se gabou do apoio de Donald Trump na véspera das eleições em Israel. Ele sugeriu que os dois líderes poderiam retomar sua guerra contra o Irã caso ele vença, depois que Trump afirmou que eles deveriam "concluir o trabalho".
"O presidente dos EUA, Donald Trump, trouxe uma amizade que nunca existiu antes entre um primeiro-ministro israelense e um presidente norte-americano. E é improvável que tenhamos novamente um presidente tão amigo", disse Netanyahu em uma aparição na televisão na noite de ontem. "Ele ainda tem mais dois anos, e diz que está pedindo a vocês que votem em mim".
"Votem em Bibi Netanyahu para primeiro-ministro. Temos que terminar o trabalho que começamos" , afirmou Trump em sua própria postagem nas redes sociais. O presidente norte-americano iniciou a guerra contra o Irã em conjunto com Netanyahu em fevereiro.
Netanyahu disse que Trump estava disposto a tomar medidas "que finalmente eliminariam a ameaça iraniana", mas somente enquanto o próprio Netanyahu permanecesse no poder. "E eu já instruí o Mossad e as Forças de Defesa de Israel (IDF) a derrubar esse regime, porque essa é a única maneira de pôr fim a essa ameaça", declarou Netanyahu, referindo-se ao principal serviço de inteligência e às Forças Armadas de Israel.
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