Após oito adiamentos, pai e avó de Eduarda Shigematsu vão a júri popular em Maringá
Mais de sete anos após a morte de Eduarda Shigematsu, de 11 anos , o pai e a avó paterna da menina começaram a ser julgados nesta quarta-feira (16), em Maringá , no Noroeste do Paraná.
A sessão ocorre depois de oito adiamentos desde 2022 .
Eduarda Shigematsu tinha 11 anos quando morreu, em abril de 2019, em Rolândia; julgamento dos réus acontece após oito adiamentos.
Foto: Reprodução/Ric RECORD Idosos são resgatados de condições precárias e filho é preso suspeito de gastar aposentadoria com drogas Eduarda morreu em 24 de abril de 2019 , em Rolândia, na Região Metropolitana de Londrina.
O corpo foi localizado quatro dias depois, enterrado em um imóvel pertencente à família, com mãos e pés amarrados.
Acusações contra pai e avó de Eduarda Shigematsu O pai está preso desde então.
Ele responde por homicídio triplamente qualificado , além de ocultação de cadáver e falsidade ideológica .
Também há aumento de pena previsto na acusação pelo fato de a vítima ter menos de 14 anos.
Já a avó paterna responde por ocultação de cadáver e falsidade ideológica .
Ela é acusada de acobertar o filho e registrar um boletim de ocorrência falso pelo desaparecimento da neta.
A idosa chegou a ficar presa por quase dois meses no mesmo ano, mas responde ao processo em liberdade.
Pai de Eduarda Shigematsu nega ter matado a filha A defesa do pai afirma que ele não matou Eduarda, mas admite que o pai ocultou o corpo da menina.
A versão apresentada é de que o pai teria encontrado a filha já sem vida e, em seguida, escondido o cadáver .
O advogado Douglas Rocha afirmou que as circunstâncias que teriam levado o réu a tomar essa decisão serão apresentadas durante o julgamento.
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