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Exame de DNA liga homem preso por suspeita de estupro a outro caso ocorrido há 7 anos no MA

G1 Maranhão ·
Exame de DNA liga homem preso por suspeita de estupro a outro caso ocorrido há 7 anos no MA

Preso suspeito de estupro tem DNA ligado a outro crime ocorrido há sete anos no Maranhão Um exame de DNA ajudou a identificar um suspeito de estupro cometido há sete anos em Vitorino Freire, no Maranhão.

O material genético de José Leandro Gonçalves Silva, preso neste ano por suspeita de outro estupro, apresentou compatibilidade com vestígios recolhidos após o crime, em agosto de 2019, segundo a Polícia Civil.

Na época, uma mulher foi estuprada por um homem que invadiu sua casa.

Após o crime, a vítima procurou atendimento em um hospital municipal, onde foram coletadas amostras para análise.

A polícia também recolheu materiais na residência, que foram encaminhados para perícia. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Dois homens chegaram a ser investigados e passaram por exames de DNA, mas ambos foram descartados.

Em 2020, o perfil genético encontrado nos vestígios foi incluído no Banco Estadual de Perfis Genéticos e, posteriormente, compartilhado com o banco nacional.

Até então, o material genético de José Leandro não constava no banco nacional, o que impedia sua identificação por meio do sistema.

O DNA dele só foi incluído neste ano, após a prisão, permitindo que os peritos relacionassem o suspeito ao crime ocorrido em Vitorino Freire.

José Leandro Gonçalves Silva é suspeito de um estupro ocorrido há 7 anos em Vitorino Freire Reprodução Como o exame de DNA ajudou na investigação Segundo o delegado Rildo Portela, responsável pela investigação, a polícia recolheu, na época do crime, a roupa íntima utilizada pela vítima e material da cama onde ocorreu o estupro.

Os itens foram encaminhados ao Instituto de Genética Forense do Maranhão, em São Luís, onde os peritos conseguiram identificar e armazenar um perfil genético.

“Foi colhido seu material genético.

Quando foi constatado na base de dados do sistema de DNA, coincidiu”, explicou o delegado.

O resultado foi confirmado em um laudo do Instituto de Genética Forense do Maranhão (IGF/MA), emitido em 9 de outubro de 2026.

Segundo as informações da investigação, os peritos classificaram a evidência genética como extremamente forte.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Maranhão.

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