MPSC pede que cada um dos 164 denunciados por elo com o PCC pague R$ 200 mil de indenização
Ânderson: Ministério Público denuncia 164 pessoas apontadas como integrantes de facção O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) denunciou 164 pessoas por crimes e envolvimento com a facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
Na ação ajuizada, a instituição ainda pede que cada suspeito de participar da organização criminosa pague R$ 200 mil de indenização por danos coletivos.
A denúncia é resultado da Operação Coluna Sul, deflagrada em julho na tentativa de frear o controle por parte da facção em estados considerados estratégicos.
Mais de 300 mandados foram cumpridos na ação. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Conforme a investigação, os suspeitos estão distribuídos em diferentes níveis de funções.
Veja abaixo a divisão: Alto escalão da facção: 31 denunciados Funções intermediárias de coordenação, disciplina ou gestão operacional: 73 denunciados Base da organização: 60 denunciados Todos os 164 denunciados respondem por organização criminosa ultraviolenta, termo presente na lei n.
15.358/2026.
Além disso, o MP atribuiu a 21 investigados o crime de tráfico de drogas e três por comércio ilegal de armas de fogo.
Em relação a indenização de R$ 200 mil a cada investigado, o MP defendeu que o valor é uma "reparação pelos danos morais coletivos que teriam sido causados pelas atividades atribuídas à organização criminosa ultraviolenta".
Todos os 164 denunciados respondem por organização criminosa ultraviolenta, termo presente na nova lei atifacções (número 15.358/2026).
Além disso, o MP atribuiu a 21 investigados o crime de tráfico de drogas e a três, por comércio ilegal de armas de fogo.
Em relação à indenização de R$ 200 mil a cada investigado, o MP defendeu que o valor é uma "reparação pelos danos morais coletivos que teriam sido causados pelas atividades atribuídas à organização criminosa ultraviolenta".
Megaoperação contra o PCC cumpre mais de 300 mandados em seis estados MPSC/Divulgação Como agia a facção Na denúncia, o MPSC detalhou que a facção mantém atividades em todo o país e mantinha uma estrutura organizada denominada “Coluna Sul”, responsável pela coordenação das atividades ilegais em Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Os criminosos possuíam uma rígida divisão de funções, hierarquia definida e setores especializados para "recrutamento de integrantes, inclusive de adolescentes, comunicação interna, controle disciplinar, administração financeira, logística de armamentos e articulação entre membros em liberdade e custodiados no sistema prisional", detalhou o MPSC.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Santa Catarina.