Vidas em Movimento: entregadora transforma obstáculos em oportunidades
Durante a pandemia, Maria Carolina Rodrigues Souza, de 45 anos, viu o negócio que mantinha no Guará (DF) entrar em colapso.
Proprietária de uma pizzaria delivery que também vendia marmitas durante o dia, ela acumulou dívidas, teve dificuldades para pagar o aluguel e recorreu a empréstimos informais na tentativa de manter a empresa aberta.
Foi então que decidiu recomeçar.
Incentivada por motoboys que já prestavam serviço para o restaurante dela, Maria Carolina começou a atuar como entregadora do iFood em 2021.
O que começou como uma alternativa para sobreviver tornou-se o ponto de virada na vida da família.
Literalmente ser entregadora do iFood mudou a minha vida, me trouxe estabilidade financeira.
O iFood me deu uma oportunidade e eu agarrei.
Maria Carolina Rodrigues Souza A nova atividade permitiu reorganizar as finanças da casa.
E, ao perceber o quão rentável era, o marido também se juntou a ela e passou a trabalhar como entregador.
“Na época, ele começou a fazer as entregas com a bicicleta mesmo, depois tirou a habilitação e foi ser motoboy”, conta.
Com a renda extra no iFood, o casal conseguiu recuperar a estabilidade financeira perdida durante a pandemia.
Buscando equilibrar a rotina, Maria Carolina passou a conciliar o trabalho como entregadora com um emprego formal como motofrentista em um hospital no Distrito Federal.
Porém, e m 2024, um acidente ocorrido durante o deslocamento para o emprego formal, mudou toda a rotina da família.
Um novo começo Com limitações físicas e unindo a expertise que acumulou ao longo do tempo, Maria Carolina encontrou um novo caminho.
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