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Mulher é presa suspeita de vender passagens aéreas falsas criadas com inteligência artificial

G1 Maranhão ·
Mulher é presa suspeita de vender passagens aéreas falsas criadas com inteligência artificial

Mulher é presa suspeita de vender passagens aéreas falsas Uma mulher identificada como Alynne Pinheiro Ribeiro Trindade, de 41anos, foi presa preventivamente pela Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), suspeita de aplicar golpes com a venda de passagens aéreas falsas produzidas com o auxílio de inteligência artificial.

Segundo as investigações, ela cobrava entre R$ 8 mil e R$ 10 mil por pacotes que prometiam viagens pelo Brasil e para o exterior durante um ano. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Inicialmente, a investigação identificou 11 vítimas, mas, no decorrer das apurações, surgiram relatos de outras pessoas que podem ter sido prejudicadas.

De acordo com as informações que embasaram a decisão judicial, a suspeita teria feito pelo menos 30 vítimas desde 2024.

Segundo a Polícia Civil, Alynne oferecia um suposto benefício que permitiria aos clientes viajar durante um ano, pagando apenas as taxas de embarque.

No entanto, mesmo após receber os valores cobrados, as passagens não eram emitidas.

O delegado Victor Machado informou que a investigada já havia trabalhado em uma companhia aérea e utilizava essa experiência profissional para ganhar a confiança das vítimas.

Entre os alvos estavam pessoas próximas à suspeita, incluindo frequentadores da igreja que ela também frequentava.

“Por saberem que ela trabalhava numa companhia aérea, as pessoas acreditavam no benefício oferecido, que seria um pacote de viagens.

A pessoa precisava pagar um valor fixo, em média R$ 10 mil, e teria direito a emitir cerca de 10 passagens por ano”, explicou o delegado.

Ainda de acordo com a polícia, algumas vítimas, entre elas idosos, crianças e mulheres grávidas, chegaram a se deslocar até aeroportos em horários inadequados, mas não conseguiram embarcar.

Além do prejuízo financeiro, os passageiros enfrentaram transtornos e desgaste emocional.

Para justificar a falta de embarque, a investigada alegava problemas de overbooking, situação em que uma companhia aérea vende mais passagens do que a quantidade de assentos disponíveis, ou falhas no sistema da empresa.

Durante as investigações, a polícia identificou depósitos feitos em contas bancárias de terceiros, que também teriam sido enganados pela mulher.

Segundo o delegado, Alynne pedia para utilizar essas contas sob o pretexto de precisar de um favor, evitando receber os pagamentos diretamente em seu nome.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Maranhão.

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