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A mulher que fez da vitória-régia um negócio na Amazônia

Veja ·
A mulher que fez da vitória-régia um negócio na Amazônia

A vitória-régia sempre esteve associada à paisagem amazônica.

Para Dulce Oliveira , porém, a planta ganhou outro significado.

Cozinheira, ribeirinha e empreendedora de Santarém (PA), ela transformou o jardim de vitórias-régias que cultivava em frente de casa em um negócio que reúne gastronomia, turismo e conhecimento sobre a floresta.

A história foi contada pela própria Dulce durante o IV Fórum Varanda da Amazônia, iniciativa de Fafá de Belém realizada nesta quarta-feira, 7, na capital paraense.

Ela lembrou que sua trajetória profissional começou muito antes de descobrir a vocação gastronômica da planta.

Ainda criança, foi entregue para outras famílias e, ao longo da vida, passou por diferentes trabalhos.

Em Belém, vendeu salgados e exerceu outras atividades, como serviços de babás e empregada doméstica, até chegar a Santarém no início dos anos 2000.

Depois de trabalhar como auxiliar de serviços gerais em uma empresa de petróleo, foi demitida e passou a vender lanches em um carrinho.

Mais tarde, concluiu o ensino médio e conseguiu uma vaga na Marinha do Brasil, onde trabalhou por anos.

Foi o retorno à comunidade onde o marido nasceu que mudou novamente sua trajetória.

A ideia inicial era simplesmente deixar a frente da casa mais bonita.

O casal começou a cultivar as vitórias-régias no lago diante da residência.

Com o tempo, Dulce passou a observar a relação dos animais com a planta e começou a se perguntar se ela também poderia ser consumida.

“Nunca imaginei que eu pudesse virar pioneira em transformar essa planta em alimento”, afirmou durante o fórum.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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