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Dragon Ball: Sparking! Zero: expansão é roguelike infinito

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Dragon Ball: Sparking! Zero: expansão é roguelike infinito

O mundo não é mais o mesmo depois da partida do mestre Akira Toriyama.

O que nos conforta um pouco é saber que suas obras estão em boas mãos com Toyotaro, seu maior discípulo, e que os jogos continuam recebendo conteúdos que fazem jus às suas criações, vide o novo DLC do já gigantesco Dragon Ball: Sparking! Zero.

Sparking Zero ganha mais um robusto pacote para segurar a ansiedade até a chegada de Dragon Ball Xenoverse 3.

O jogo de luta em arena vem seguindo a escola de Dragon Ball Xenoverse 2, que ano passado completou, pasmem, uma década de existência, ainda recebendo expansões e novidades com uma frequência que nem mesmo MMOs populares conseguem manter.

Apesar de a nova adição ao jogo base não fazer parte do passe de temporada, isto é, trata-se de um conteúdo vendido à parte, aqui temos a primeira expansão que não se resume apenas a mais personagens desbloqueáveis no elenco.

Intitulado de Dragon Ball: Sparking! Zero – Super Limit-Breaking NEO, o complemento torna o game “infinito” e poderia muito bem ser vendido como algo novo.

Dragon Ball: Sparking! Zero – Super Limit-Breaking NEO na onda dos rogues Para refrescar a memória, em minha análise original de Sparking Zero aqui mesmo no Flow Games , concluí que o título refinou as mecânicas consolidadas em Budokai Tenkaichi e, mais que isso, passeou pelo legado de 40 anos da franquia como uma grande homenagem a seu criador.

No entanto, deixou a desejar na história e nas opções para quem só se importa com os modos single-player.

Super Limit-Breaking NEO vem para preencher essa lacuna com novos episódios de história para Kuririn, Yamcha e outros coadjuvantes da série, de heróis a vilões.

Não só isso, mas capricha na inclusão de um modo roguelike (mais para o lado do roguelite, para ser mais justo), totalmente inesperado, cujo ciclo viciante de progressão nos faz querer voltar sempre e até largar um pouco o multiplayer.

Em linhas gerais, a Jornada do Limit Breaker funciona como um roguelike tradicional: você enfrenta oponentes em sequência, destrava habilidades equipáveis, as Artes de Batalha, sobe de nível e repete o processo tudo de novo ao falhar.

As lutas são selecionadas a partir de um mapa-múndi, que permite visualizar as batalhas, os eventos e demais interações com NPCs.

Imagem: Flow Games/Victor Teixeira A diferença, porém, e o motivo pelo qual o considero mais roguelite do que roguelike, é que o Poder de Sparking do personagem escolhido, ou seja, seu nível, é preservado, bem como suas habilidades equipadas.

É exatamente isso que você leu: praticamente não há punição por ser derrotado além de reiniciar a aventura.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em flowgames.gg — o conteúdo pertence a Flow Games.

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