terça-feira, 20 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Abertura de sigilo: Lula protocola no TSE autorização e desafia Flávio; siga as notícias do 2º turno› Desmistificando a radioatividade› UFMG lança chamada pública para projetos em mobilidade veicular inteligente› MIT desenvolve ferramenta baseada em IA para testar modelos de negócios› Plataforma rastreia sinais corporais para investigar origens dos transtornos mentais› Investimento da FAPESP em pesquisa cresce 30% em 2025› Três em cada dez municípios brasileiros não têm plano de contingência contra desastres climáticos› As contribuições da Astronomia para a formação de Calendários› Republicanos destinam US$ 50 milhões para eleições legislativas dos EUA› ‘Isso é besteira’, diz Milei ao debochar da dificuldade financeira dos argentinos› Abertura de sigilo: Lula protocola no TSE autorização e desafia Flávio; siga as notícias do 2º turno› Desmistificando a radioatividade› UFMG lança chamada pública para projetos em mobilidade veicular inteligente› MIT desenvolve ferramenta baseada em IA para testar modelos de negócios› Plataforma rastreia sinais corporais para investigar origens dos transtornos mentais› Investimento da FAPESP em pesquisa cresce 30% em 2025› Três em cada dez municípios brasileiros não têm plano de contingência contra desastres climáticos› As contribuições da Astronomia para a formação de Calendários› Republicanos destinam US$ 50 milhões para eleições legislativas dos EUA› ‘Isso é besteira’, diz Milei ao debochar da dificuldade financeira dos argentinos
Tecnologia

O que existe no ponto mais distante da Terra já alcançado por uma nave?

Olhar Digital ·
O que existe no ponto mais distante da Terra já alcançado por uma nave?

Lançada pela NASA em 1977, a sonda Voyager 1 está hoje a uma distância impressionante de aproximadamente 24,8 bilhões de quilômetros da Terra.

Essa marca extraordinária coloca a espaçonave no local mais remoto do Universo já explorado diretamente por um instrumento feito por mãos humanas.

Aquela região remota abriga diversos corpos menores congelados, como cometas, pequenos asteroides e planetas-anões , mas os bilhões de quilômetros entre eles deixam a paisagem dominada pela mais pura escuridão.

O cenário de aparente isolamento, no entanto, está longe de ser um vazio inerte.

A NASA considera que as Voyager entraram no espaço interestelar ao cruzarem a heliopausa, limite da influência do vento solar. – Crédito: NASA/JPL-Caltech Voyager 1 encontra plasma denso no meio interestelar Em agosto de 2012, a Voyager 1 atravessou a heliopausa, a borda invisível onde acaba o vento solar, e saiu da bolha de proteção do Sol.

Ao entrar no meio interestelar , a sonda passou a navegar em uma região formada por plasma gelado e denso , composto por hidrogênio e hélio ionizados.

Nesse novo ambiente, a densidade de elétrons e íons chega a ser de 40 a 50 vezes maior do que no interior do Sistema Solar.

Outro fator determinante no ponto atual da nave é a mudança nas forças que regem o espaço.

Ali, o campo magnético não vem mais do Sol, mas da própria Via Láctea .

Os instrumentos da sonda medem continuamente como as linhas desse magnetismo galáctico se alinham e interagem com a heliosfera deixada para trás.

Ali também fica o chamado “ Muro de Hidrogênio “, uma zona de acúmulo de átomos neutros de hidrogênio interestelar que forma uma barreira sutil de gás densificado no ponto onde o vento solar desacelera contra a matéria da galáxia.

Além da densidade e do magnetismo, a região também apresenta o seu próprio “som”.

Os instrumentos de ondas de plasma da Voyager 1 captaram vibrações contínuas no gás ao redor da espaçonave.

Essas oscilações constantes permitiram aos cientistas mapear a frequência do meio e acompanhar a densidade do espaço interestelar.

Ler a notícia completa no Olhar Digital ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em olhardigital.com.br — o conteúdo pertence a Olhar Digital.

Mais de Olhar Digital

Ver tudo ›

Mais em Tecnologia

Ver tudo ›