Após 52 anos, Metrô de São Paulo deixará de aceitar bilhete magnético
O Metrô de São Paulo deixará de aceitar definitivamente, a partir de 31 de outubro , os bilhetes magnéticos do tipo Edmonson, utilizados para acesso às estações desde o início da operação comercial do sistema, em 1974.
A fabricação dos bilhetes tradicionais foi interrompida em 2021, mas devido ao grande volume desses bilhetes em estoque , o Metrô continuou comercializando-os, mesmo com a prioridade dada à tecnologia do QR Code.
Segundo o Metrô , além de modernizar o acesso, o QR code simplifica a compra e a validação da passagem, reduz problemas de leitura dos bilhetes impressos e diminui a necessidade de produção, transporte e armazenamento de cartões físicos.
As catracas que utilizam o sistema magnético são compostas por mecanismos que apresentam falhas e já não contam com peças de reposição.
Após o fim da aceitação, passageiros que ainda tiverem bilhetes magnéticos poderão fazer a troca dos bilhetes remanescentes entre novembro de 2026 e janeiro de 2027 , em postos de atendimento que serão informados pela companhia.
Atualmente, o acesso às estações é realizado por alternativas digitais e de aproximação, como os cartões Bilhete Único e TOP, bilhetes digitais com QR Code e pagamento por aproximação com c artões de débito e crédito diretamente nas catracas .
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O formato foi adotado pelo Metrô de São Paulo desde 1974 e, mais tarde, teve a tecnologia magnética implementada.
Nas décadas seguintes, o pequeno cartão de 6,5 por 3 centímetros virou parte da rotina dos paulistanos e ganhou espaço entre colecionadores.
Ao longo da história, foram produzidos mais de 13,7 bilhões de bilhetes, em cerca de 30 edições diferentes.
A produção também passou por diferentes países.
Os primeiros bilhetes magnéticos e os equipamentos usados para a leitura foram importados da França.
Com a nacionalização do sistema, a fabricação passou para a Casa da Moeda e, posteriormente, para fornecedores na Argentina.
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