Suspeitos de ligação com PCC que planejaram morte de Gakiya são presos
Dois homens denunciados por suposta participação em uma rede de inteligência do PCC (Primeiro Comando da Capital), para monitorar e planejar atentados contra autoridades, foram presos nesta sexta-feira (15) em Presidente Prudente, no interior de São Paulo.
Victor Hugo da Silva (vulgo “VH”) e Adilson Audinir Oliveira Junior ( vulgo “Ju Machado”) já haviam sido denunciados no final do último mês suspeitos de ligação com a facção criminosa.
Além deles, Wellison Rodrigo Bispo de Almeida (vulgo “Corinthinha”) e Sérgio Garcia da Silva (vulgo “Messi”) também foram denunciados.
As investigações apontam que o grupo investigado planejou atentados contra o coordenador de presídios da região Oeste de São Paulo, Roberto Medina, e o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Gaeco de Presidente Prudente.
A denúncia do Ministério Público apontou que os integrantes do grupo atuavam na estrutura interna e hierarquizada do PCC ao menos desde junho de 2025.
A CNN Brasil tenta localizar a defesa dos citados e o espaço segue aberto.
Veja como grupo do PCC planejava os ataques Messi, Corinthinha, VH ou Falcão, e Ju Machado são os “vulgos” dos quatro denunciados pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado) por planejar a execução de autoridades, inclusive do promotor Lincoln Gakiya, apontado como o maior investigador do PCC do país e inimigo número 1 da facção.
Victor Hugo da Silva (vulgo “VH”): apontado como executor operacional, realizando a vigilância de campo, filmando trajetos e residências (especialmente de Roberto Medina) e colhendo placas de veículos; Wellison Rodrigo Bispo de Almeida (vulgo “Corinthinha”): investigações dizem que homem atuava como coordenador e operador logístico, sendo o interlocutor que recebia os dados colhidos por Victor Hugo para repassá-los ao setor de execução da facção; Sérgio Garcia da Silva (vulgo “Messi”): seria o responsável pelos levantamentos em Presidente Prudente (interior de São Paulo), focando na rotina do promotor Lincoln Gakiya, além de intermediar a negociação de fuzis; Adilson Audinir Oliveira Junior (vulgo “Ju Machado”): apontado como interlocutor e colaborador direto de Sérgio em tratativas sensíveis vinculadas à organização, e era responsável por auxiliar na ocultação ou destruição de vestígios digitais e provas incriminatórias.
Segundo a acusação, o Ministério Público identificou vídeos e áudios nos celulares dos investigados descrevendo a rotina dos agentes públicos , além de registros nos dispositivos que comprovam a presença dos denunciados em pontos estratégicos de vigilância .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.