'ICMBio é o maior câncer neste país', diz Plínio Valério em sabatina; senador defende Zona Franca e cita projetos
Eleições 2026: Rede Amazônica entrevista candidato ao senado pelo AM, Plínio Valério O senador e candidato à reeleição pelo Amazonas, Plínio Valério (PSDB), chamou o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) de "o maior câncer deste país" durante sabatina concedida à Rede Amazônica.
Na entrevista, ele também defendeu a Zona Franca de Manaus, criticou a política ambiental do governo federal e citou propostas apresentadas durante o mandato.
Plínio teve a candidatura à reeleição confirmada pela Federação PSDB/Cidadania em convenção realizada em Manaus.
Ele foi eleito senador em 2018 com 834.809 votos e busca um novo mandato.
A federação não apoia candidatos ao Governo do Amazonas no primeiro turno.
Durante a entrevista, o parlamentar comentou declarações anteriores sobre tributos da Zona Franca de Manaus.
Ele afirmou que conta com consultores do Senado para tratar de temas técnicos e disse que sua atuação está voltada à defesa política do modelo econômico. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp "Não disse que não entendo da Zona Franca, disse que de tributos quem entende são os consultores.
Defender a Zona Franca é entender que os empregos são importantes.
Falei do modelo na tribuna mais de 800 vezes.
Aprovamos leis importantes como a autonomia do Banco Central, mamografia no SUS aos 40 anos e espaço para autistas em estádios.
Venho prestar contas do que produz", afirmou.
Meio ambiente e atuação de órgãos federais Ao falar sobre a atuação de órgãos ambientais na Amazônia, Plínio citou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs, que presidiu no Senado, e fez críticas ao ICMBio.
Segundo ele, as políticas de preservação precisam ser conciliadas com as necessidades das populações que vivem na região.
"O ICMBio é a maior câncer que tem neste país.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Amazonas.