Fim da escala 6x1: saiba como votaram os senadores do Maranhão
Senado aprova PEC do fim da escala 6x1 O Senado Federal aprovou, por 75 votos a 1, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1.
Os três senadores do Maranhão Ana Paula Lobato (PSB), Eliziane Gama (PT) e Weverton Rocha (PDT) votaram a favor da mudança. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Maranhão no WhatsApp Com a aprovação, a proposta prevê duas folgas por semana, sem redução salarial.
A jornada semanal máxima passa de 44 para 40 horas, e um dos dias de repouso deverá ocorrer, preferencialmente, aos domingos.
LEIA TAMBÉM: Fim da escala 6x1: o que acontece agora? Quais são os próximos passos? Entenda 6x1, 5x2, 4x3 e 12x36: entenda como funcionam as escalas de trabalho Regra de transição e dois dias de folga: entenda como ficou a proposta que acaba com a escala 6x1 Os senadores Ana Paula Lobato (PSB), Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PT) representam o Maranhão no Senado Federal Reprodução/Senado Federal Nos dois turnos de votação, os três senadores maranhenses estiveram presentes e votaram a favor da proposta.
Apenas o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), vice-presidente da República durante o governo de Jair Bolsonaro, votou contra.
Por se tratar de uma mudança constitucional, a PEC precisava do apoio de pelo menos 49 senadores, em dois turnos de votação.
A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em setembro.
O que acontece a partir de agora? Com a aprovação da PEC no Senado, o texto segue para promulgação pelo Congresso Nacional, sem necessidade de sanção do presidente da República, como ocorre com projetos de lei.
Após a publicação no Diário Oficial da União (DOU), haverá um período de adaptação para os empregadores.
Dois meses depois da publicação da emenda, a jornada semanal será reduzida de 44 para 42 horas.
Um ano e dois meses após a publicação, a jornada deverá atingir o limite final de 40 horas semanais.
A PEC também determina que atividades consideradas essenciais, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana, poderão adotar formas diferentes de organização da jornada por meio de acordos ou convenções coletivas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Maranhão.