Novo SUV elétrico da Mercedes-AMG terá versões de aproximadamente 536, 805 e 1.153 cv, 3 motores de fluxo axial, vai de de 0 a 100 km/h em cerca de 2,5 segundos e chega já em 2027
Modelo será o primeiro utilitário desenvolvido integralmente pela AMG sobre uma arquitetura elétrica própria O SUV elétrico da Mercedes-AMG prepara uma mudança importante na divisão esportiva alemã: em vez de adaptar um Mercedes convencional, a fabricante desenvolveu o modelo desde o início sobre a plataforma AMG.EA.
A apresentação mundial é esperada para 17 de outubro de 2026, durante a celebração dos 140 anos da Mercedes-Benz em Stuttgart, enquanto as primeiras entregas são projetadas para o início de 2027.
A Mercedes-AMG já confirmou que trabalha em um utilitário totalmente elétrico próprio e mostrou protótipos em testes, mas ainda não divulgou sua ficha técnica definitiva.
As potências de aproximadamente 536, 805 e 1.153 cv, assim como as possíveis versões GT 53, GT 55 e GT 63, são projeções baseadas no AMG GT 4-Door elétrico, modelo que compartilha a arquitetura e os principais componentes mecânicos.
Portanto, esses números ainda dependem da homologação do SUV.
Três motores entregam potência de hipercarro A configuração mais forte deverá empregar três motores elétricos de fluxo axial: dois instalados no eixo traseiro e um no dianteiro.
No GT 4-Door, esse conjunto produz até 1.153 cv e 2.000 Nm na versão GT 63.
Para o SUV elétrico, fontes ligadas ao projeto estimam aceleração de 0 a 100 km/h em aproximadamente 2,5 segundos, considerando a carroceria mais alta e o provável aumento de peso.
Motores de fluxo axial organizam o campo magnético paralelamente ao eixo de rotação, diferentemente das unidades radiais comuns.
Segundo dados técnicos apresentados pela Mercedes-AMG para a plataforma AMG.EA, essa construção proporciona cerca de três vezes mais densidade de potência, ocupa um terço do espaço e pode pesar dois terços menos que um motor elétrico convencional equivalente.
Na unidade traseira, os dois motores trabalham associados a engrenagens planetárias e a um sistema hidráulico de lubrificação e filtragem.
Essa arquitetura permite modificar a distribuição de torque em milissegundos.
O motor dianteiro pode ser desacoplado quando não é necessário, reduzindo perdas mecânicas, e reconectado quando o veículo exige aceleração máxima ou tração adicional.
Bateria de 800 volts deve sustentar o desempenho O SUV elétrico deverá receber uma bateria de aproximadamente 106 kWh, com arquitetura de 800 volts e células do tipo NCMA.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.