Taxas do Tesouro amenizam queda, mas IPCA+ longo segue no maior nível desde 1º turno
As taxas do Tesouro Direto reduziram a alta ao longo da manhã desta quinta-feira (15).
Na atualização das 13h, os títulos subiam até 9 pontos-base na comparação com o fechamento de quarta-feira (14), depois de abrirem em alta de até 15 pontos-base.
O Tesouro IPCA+ 2040 teve a maior alta, de IPCA + 6,58% para IPCA + 6,67%, e o IPCA+ com Juros Semestrais 2045 passou de IPCA + 6,63% para IPCA + 6,71%.
Os prefixados devolveram a maior parte da alta da abertura.
O Tesouro Prefixado 2032, que chegou a 12,87% ao ano no início do dia, estava em 12,75% às 13h, alta de 3 pontos-base em relação a quarta.
O Prefixado com Juros Semestrais 2037 passou de 12,73% para 12,76%, e o Prefixado 2029, de 12,51% para 12,57%.
Entre os demais títulos atrelados à inflação, o IPCA+ 2032 subiu de IPCA + 6,71% para IPCA + 6,77%, e o IPCA+ com Juros Semestrais 2060, de IPCA + 6,64% para IPCA + 6,68%.
O IPCA+ 2050 avançou 1 ponto-base, para IPCA + 6,70%, e se mantém acima de todos os fechamentos registrados desde o primeiro turno das eleições, mas ainda abaixo das taxas de antes da votação.
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Às 10h10, o Treasury de 10 anos recuava 13 pontos-base depois da divulgação dos preços ao produtor e das vendas no varejo dos Estados Unidos em setembro, ambos acima do esperado.
A queda também reflete a migração de investidores de ações de tecnologia para títulos.
No Brasil, o mercado de juros reagiu pela manhã à pesquisa Quaest e ao fim da escala 6×1, segundo a Reuters.
A Quaest mostrou Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto no segundo turno e Lula (PT) com 44%, em empate técnico dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.
O mercado aguarda agora o novo levantamento do Datafolha , previsto para o início da noite.
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