Da economia da atenção à valorização das cidades: o futuro do OOH
os principais discussões internacionais sobre Out of Home (OOH) reforçam uma percepção importante: a mídia exterior vive um momento de transformação profunda.
Criatividade, inteligência artificial, dados, sustentabilidade, mensuração e colaboração deixaram de ser tendências para se consolidar como pilares que orientam o desenvolvimento da indústria em diferentes mercados.
E o mais interessante é perceber que muitas dessas mudanças já fazem parte da realidade brasileira.
Os números ajudam a explicar esse movimento.
Dados recentes do Painel Cenp-Meios mostram que a mídia exterior movimentou R$ 827,1 milhões apenas no primeiro trimestre do ano.
Em quatro anos, o setor cresceu 132,3%, mais que o dobro da expansão registrada pelo mercado publicitário brasileiro no mesmo período, de 61,8%.
Com isso, a participação do OOH no bolo publicitário passou de 10,3% para 14,8%, consolidando o meio entre os três principais destinos dos investimentos em publicidade no país.
Esse crescimento não acontece por acaso.
Ele reflete uma transformação na forma como as marcas buscam se conectar com as pessoas.
Entre especialistas da indústria, existe um consenso cada vez mais evidente: em um cenário de excesso de informação, fragmentação das audiências e saturação das plataformas digitais, o mundo real voltou a ocupar um espaço estratégico na comunicação.
Nesse contexto, a confiança, atributo historicamente associado à mídia exterior, ganha ainda mais relevância e se consolida como um diferencial competitivo.
Durante muito tempo, acreditou-se que a tecnologia, por si só, seria capaz de resolver todos os desafios da comunicação.
Hoje, o debate segue outro caminho.
A inteligência artificial ganhou espaço, a compra programática evolui rapidamente, os dados se tornaram mais sofisticados e as ferramentas estão mais acessíveis do que nunca.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.