Boa Conversa: acertos de candidatos que venceram as eleições e erros dos que foram “de balsa”
O programa Boa Conversa desta sexta-feira, 09, debateu os principais desdobramentos das eleições no Acre e no cenário nacional.
Entre os assuntos estão a composição das bancadas federal e estadual, as surpresas das urnas, as articulações políticas para o segundo turno da disputa pelo governo acreano e os reflexos do resultado eleitoral nas alianças para 2028.
Durante a discussão, Crica avaliou o desempenho de Tião Bocalom na disputa pelo governo do Acre e afirmou que o resultado ficou abaixo das expectativas criadas durante a campanha.
Para ele, o ex-prefeito apostava na possibilidade de vencer ainda no primeiro turno, mas não conseguiu repetir o desempenho eleitoral de disputas anteriores.
Foto: Sérgio Vale “O Bocalom teve uma grande decepção.
Falava em primeiro turno, em ‘Datapovo’, mas teve uma votação pífia em comparação com as anteriores.
Ele governava metade do Estado, mas foi uma aventura e não quebrou a maldição dos prefeitos”, pontuou Crica.
A avaliação sobre o cenário político também passou pelo papel do ex-governador Gladson Cameli durante a campanha.
Crica afirmou que o governador teria sido alvo de deslealdade por parte de aliados e disse que ele enfrentou a disputa sem o apoio que esperava de integrantes de sua base política.
“Gladson foi o político mais traído desta campanha.
Aliados de Gladson foram aos prefeitos pedir que não votassem, porque os votos seriam nulos.
Os deputados também.
Gladson disputou essa eleição praticamente só”, ponderou Crica.
Foto: Sérgio Vale Astério também analisou a relação de Gladson com os políticos durante os dois mandatos à frente do governo estadual.
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