Feira Científico-Cultural celebra 40 anos com ciência e inovação
Estudantes apresentam projetos durante a Feira Científico-Cultural das Instituições Nelly Falcão de Souza.
Divulgação/INFS A ciência, a tecnologia, a cultura e a criatividade dos estudantes estiveram reunidas em mais uma edição da Feira Científico-Cultural INFS, que em 2026 completou 40 anos de história.
Com o tema “Quatro Décadas que Transformaram o Mundo — e o Futuro que Começa Agora”, a programação foi realizada nas unidades do Pinocchio Centro Educacional e do Colégio Martha Falcão, em Manaus, e propôs uma viagem pelas principais transformações científicas, tecnológicas, culturais e socioambientais ocorridas desde 1986, além de convidar os alunos a imaginar os próximos dez anos.
A visitação foi aberta ao público externo, incluindo alunos e pais de outras escolas.
Entre os destaques da feira esteve a participação dos pais e responsáveis, assim como pesquisadores de órgãos importantes do Amazonas, entre eles, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA/MCTI), Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), Instituto Federal do Amazonas (IFAM), Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
No Pinocchio, a feira foi realizada no dia 19 de setembro, com a participação de 91 alunos de oito turmas, responsáveis pela apresentação de nove projetos.
Já no Colégio Martha Falcão, a programação ocorreu nos dias 23 e 25 de setembro, contemplando, respectivamente, os Anos Iniciais e os Anos Finais e Ensino Médio.
A proposta deste ano foi estruturada em cinco eixos temáticos, que percorreram diferentes momentos entre 1986 e 2036.
Os quatro primeiros revisitaram as décadas de existência da feira, enquanto o quinto projetou o futuro.
O percurso passou pelas origens, pela chegada da internet, pela aceleração provocada pelos smartphones e redes sociais e pelo atual cenário marcado pela inteligência artificial, pandemia, emergência climática e protagonismo da Amazônia no debate global.
O último eixo convidou os estudantes a pensarem nas transformações que poderão marcar a próxima década.
Mais do que uma exposição de trabalhos, a Feira Científico-Cultural foi desenvolvida como parte da rotina pedagógica dos estudantes.
As pesquisas foram construídas ao longo de várias semanas, envolvendo conversas, observações, experiências, pesquisas, atividades práticas e produções realizadas pelos próprios alunos.
A interdisciplinaridade foi um dos principais elementos da proposta.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Amazonas.