sábado, 29 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
MotoGP - Moreira mira top-10 no GP de Aragón: "É o alvo" Juventus derrota o Parma com gols de reservas e mantém 100% de aproveitamento no Italiano Ponte relaciona apenas jovens da base para jogo em meio à greve do elenco Campeão juvenil dois anos atrás, Jódar está animado pela estreia em NY Técnico diz que Richarlison pediu para deixar o Tottenham e cita condição Transmissão ao vivo de Atlético-MG x Vitória pelo Brasileirão: veja onde assistir "Nunca me senti tão preparado", destaca Fils antes da estreia F1: Piastri está confuso com déficit para Norris em 2026 Rafael Leão deixa o Milan e chega a Istambul para acertar com o Galatasaray Transmissão ao vivo de São Paulo x RB Bragantino pelo Brasileirão: veja onde assistir MotoGP - Moreira mira top-10 no GP de Aragón: "É o alvo" Juventus derrota o Parma com gols de reservas e mantém 100% de aproveitamento no Italiano Ponte relaciona apenas jovens da base para jogo em meio à greve do elenco Campeão juvenil dois anos atrás, Jódar está animado pela estreia em NY Técnico diz que Richarlison pediu para deixar o Tottenham e cita condição Transmissão ao vivo de Atlético-MG x Vitória pelo Brasileirão: veja onde assistir "Nunca me senti tão preparado", destaca Fils antes da estreia F1: Piastri está confuso com déficit para Norris em 2026 Rafael Leão deixa o Milan e chega a Istambul para acertar com o Galatasaray Transmissão ao vivo de São Paulo x RB Bragantino pelo Brasileirão: veja onde assistir
Últimas

Juiz é investigado por humilhar vítima de tentativa de feminicídio em audiência no DF

UOL Notícias ·
Juiz é investigado por humilhar vítima de tentativa de feminicídio em audiência no DF

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou, por unanimidade nesta terça-feira, 18, a abertura de processo administrativo disciplinar (PAD) contra o juiz Olair Teixeira Oliveira Sampaio. Ele será investigado por humilhar uma vítima de tentativa de feminicídio e usar linguagem misógina contra uma promotora de Justiça em audiência.

A decisão reverte arquivamento anterior do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), no qual o magistrado está lotado. Olair é titular da Vara Criminal e do Tribunal do Júri de Brazilândia (DF).

A reportagem procurou o tribunal para se pronunciar sobre o caso, mas não obteve resposta até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.

O caso apurado teve origem em uma audiência de instrução realizada por videoconferência em dezembro de 2023, no âmbito de uma ação penal por tentativa de feminicídio.

Durante o depoimento, a vítima relatava ter sido agredida pelo ex-companheiro por motivo de ciúme quando foi interrompida pelo juiz. O magistrado advertiu a mulher a "não fazer comentários subjetivos" e a responder "sem delongas, sem dar voltinhas".

Depois, a vítima foi ameaçada pelo magistrado de ter o depoimento excluído dos autos por suposta "arrogância".

A promotora de Justiça que acompanhava o caso tentou intervir para proteger a vítima, invocando a Lei Mariana Ferrer. Em resposta, foi silenciada pelo magistrado, que disse: "Dra., eu não quero ouvir a voz da Sra. agora"; "Dra., a senhora não quer ficar em silêncio?".

Na sequência, o juiz voltou a repreender a promotora, desta vez com uma frase considerada misógina.

"Parece que a senhora está perdendo a noção de que isso aqui é uma instrução, aonde as armas são iguais. Aqui não é um ping-pong, mesa de ping-pong, não é uma cozinha, tá certo? Aqui tem normas que devem ser seguidas", disse.

O caso já havia passado por apuração interna do TJDFT. A Corregedoria do tribunal chegou a reconhecer indícios de infração disciplinar e votou pelo prosseguimento de processo contra o magistrado. No entanto, o Conselho Especial do TJDFT decidiu arquivar o caso por maioria de 13 votos a 5. O entendimento foi que, embora as falas do juiz não fossem "próprias do ambiente judicial", elas não tiveram a intenção de ofender a honra ou a dignidade dos presentes.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, então, recorreu da decisão ao CNJ, sustentando que o arquivamento contrariava as provas dos autos.

Em sua defesa, o magistrado negou ter agido de forma brusca com a vítima, atribuindo sua intervenção a uma "confusão generalizada" causada pela fala simultânea da advogada de defesa e da promotora.

Olair disse ter usado "linguagem figurativa" ao se dirigir à promotora e negou qualquer intenção misógina. Também questionou a conduta da promotora no caso, dizendo que ela não teria respeitado sua autoridade e citando um histórico de conflitos dela na vara.

O relator do caso, conselheiro Silvio Amorim, porém, acolheu o argumento do ministério público e votou pela reforma da decisão do TJDFT.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›