Brasil participa de pesquisa inédita que busca a cura da hepatite B
Duas universidades públicas brasileiras se uniram a instituições internacionais na busca de novos tratamentos e até mesmo de uma cura para a hepatite B.
O consórcio é liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e é composto por grupos de pesquisa do Brasil, Índia, Senegal e Uganda.
O Brasil é representado pelo Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes da Universidade Federal do Espírito Santo (Hucam-Ufes) e pela Universidade de São Paulo (USP).
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A pesquisa global irá observar, a nível celular, tanto o comportamento do vírus em pacientes de diferentes países como as respostas imunológicas das pessoas infectadas.
Serão analisadas também pessoas infectadas ao mesmo tempo por hepatite B e HIV.
“A hepatite B não tem cura, esse é o grande objetivo global”, diz a professora do Hucam-Ufes, referência no assunto, Tânia Reuter.
“O primeiro objetivo é eliminar as hepatites virais, no nosso caso aqui, eliminar a hepatite B como problema de saúde pública até 2030”, enfatiza.
Professora do Hucam-Ufes Tânia Reuter, referência no estudo da hepatite B.
Foto: Hucam/Divulgação Pesquisa inédita O consórcio foi criado em 2023, mas acabou sendo suspenso em 2024 e retomado no ano seguinte.
No Brasil, o estudo teve início este ano e deverá durar cerca de 5 anos.
A metodologia integra pesquisa científica básica com prática clínica.
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