Keanu Reeves e a paixão pelo rock com a banda Dogstar: da origem aos lançamentos recentes
O astro de cinema Keanu Reeves mantém uma sólida trajetória nos palcos musicais como baixista da banda Dogstar , trio norte-americano de grunge e rock alternativo.
Famoso mundialmente por estrelar grandes produções como Matrix (1999) e John Wick (2014), o artista concilia os sets de filmagem com apresentações ao vivo que atraem entusiastas da música em turnês internacionais.
Essa dedicação instrumental vai além de um passatempo temporário de Hollywood .
O projeto sonoro construiu identidade própria ao longo das décadas, superando longos períodos de inatividade e comprovando a seriedade de um artista que sempre valorizou a energia crua dos instrumentos analógicos.
Leia Mais A banda japonesa de metal que é ‘épica’, segundo Keanu Reeves Os 20 melhores filmes de todos os tempos, segundo Keanu Reeves A melhor banda da história do rock, segundo Jack Black Como surgiu a banda Dogstar de Keanu Reeves A banda Dogstar surgiu em 1991 após um encontro casual entre o ator Keanu Reeves e o baterista Robert Mailhouse em um supermercado de Los Angeles.
Motivados pelo interesse mútuo no punk rock, os artistas iniciaram ensaios caseiros e formaram a base do conjunto.
Com a entrada definitiva do guitarrista e vocalista Bret Domrose , o grupo consolidou o formato de power trio focado no rock alternativo.
O grupo gravou o primeiro álbum de estúdio, intitulado Our Little Visionary (1996) , época em que o ator já despontava nas bilheterias com Velocidade Máxima (1994) .
O conjunto abriu shows de lendas do gênero como David Bowie e excursionou por festivais de prestígio, a exemplo do Glastonbury, antes de lançar o disco Happy Ending (2000) .
A rotina intensa de compromissos no cinema provocou uma pausa nas atividades em 2002.
O retorno aos palcos e a nova fase da banda Após vinte anos de afastamento, o trio retomou os ensaios durante o período de isolamento social e oficializou a volta aos palcos em maio de 2023.
A reunião rendeu o lançamento do álbum de estúdio Somewhere Between the Power Lines and Palm Trees (2023) , que trouxe faixas enérgicas como “Everything Turns Around” e “Breach” , marcando apresentações com ingressos esgotados nos Estados Unidos, na Europa e no Japão.
Em entrevistas concedidas à revista Rolling Stone , os integrantes afirmaram que a dinâmica criativa ressurgiu com naturalidade logo nos primeiros acordes.
Dando continuidade à fase produtiva e provando que o retorno não foi passageiro, o trio lançou o álbum All In Now (2026) em 29 de maio de 2026, consolidando de vez sua discografia moderna e expandindo a presença nos palcos mundiais.
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