Outubro rosa: técnica em silicone reconstrói aréolas e resgata identidade de mulheres no interior de SP
Micropigmentadora do interior de SP realiza reconstrução areolar após câncer de mama A luta contra o câncer de mama vai além das sessões de quimioterapia, radioterapia e das intervenções cirúrgicas.
Para muitas pacientes, o término das etapas clínicas deixa marcas profundas na autoestima, causadas pela perda parcial ou total da mama e do complexo aréolo-mamilar.
Em Araçoiaba da Serra (SP), esse vazio ganhou uma alternativa de recomeço pelas mãos da micropigmentadora Juliana Rossini, de 48 anos, que utiliza a micropigmentação paramédica e a confecção de próteses areolares em silicone para devolver a identidade e a confiança a mulheres mastectomizadas. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp 🔎Prótese areolar é uma peça de silicone que reproduz visualmente a cor, a textura e o relevo da aréola e do mamilo humanos.
A iniciativa ganha ainda mais visibilidade na campanha do Outubro Rosa, período em que o debate sobre a saúde feminina vai além da prevenção primária e passa a englobar também a reabilitação integral da mulher após a doença.
Juliana Rossini usa micropigmentação paramédica e próteses de silicone para devolver a autoestima a mulheres mastectomizadas Arquivo Pessoal Do diagnóstico ao alívio no espelho Uma das histórias que traduzem o impacto desse trabalho é a de Danúbia Rodrigues, de 45 anos.
A luta contra a doença começou em 2019, quando recebeu o diagnóstico de câncer de mama.
A partir daquele momento, a rotina foi substituída por cinco anos de idas e vindas constantes entre o interior paulista e centros de referência médica na capital.
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Com a saúde restabelecida, surgiu o desejo de cobrir as cicatrizes que ainda incomodavam no dia a dia.
Danúbia já conhecia o trabalho estético de Juliana focado em design de sobrancelhas, mas descobriu por meio de uma amiga que a profissional também confeccionava próteses de aréola.
Interessada no método, a paciente pesquisou sobre o recurso e levou a proposta para a consulta médica.
Com o cumprimento do prazo de segurança de seis meses após a última cirurgia, o médico cirurgião autorizou a realização do procedimento.
Para Danúbia, o resultado imediato da prótese devolveu o sentimento de integridade física transformado pelo tratamento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.