IAs chinesas também são perigosas como o ChatGPT e o Claude?
“Quem vencer com a IA, vence” .
Foi assim que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, resumiu a importância que atribui à corrida pela inteligência artificial.
Ao rejeitar pedidos para desacelerar o desenvolvimento de modelos mais avançados, o republicano voltou a colocar a China no centro da disputa e defendeu que os EUA mantenham a liderança no setor.
A preocupação estadunidense não é infundada: laboratórios chineses reduziram rapidamente a distância para empresas como OpenAI, Anthropic e Google DeepMind.
Modelos da Alibaba, DeepSeek, Z.ai e outras companhias já aparecem próximos dos líderes em diferentes benchmarks, enquanto Pequim investe em modelos abertos, agentes autônomos, robótica e chips próprios.
Mas a China já chegou ao ponto de enfrentar os mesmos riscos atribuídos a sistemas como ChatGPT e Claude? China está cada vez mais perto dos EUA em IA A diferença entre os dois países diminuiu principalmente nos últimos dois anos.
Uma análise da Reuters publicada em setembro aponta que sistemas chineses estão apenas ligeiramente atrás dos principais modelos americanos em algumas capacidades, embora não exista uma única métrica capaz de determinar qual país tem a “melhor IA”.
Os benchmarks — testes de comparação — ajudam a mostrar essa aproximação.
Eles submetem modelos a conjuntos padronizados de testes de raciocínio, matemática, programação e outras tarefas, mas seus resultados precisam ser interpretados individualmente: uma IA que lidera em programação, por exemplo, pode ter pior desempenho em outro tipo de problema.
A Alibaba, dona do AliExpress, apresentou em fevereiro o Qwen 3.5 , voltado principalmente para agentes de IA capazes de executar tarefas em aplicativos e dispositivos.
Em testes selecionados divulgados pela própria empresa, o modelo superou versões de GPT, Claude e Gemini, embora resultados fornecidos pelos próprios desenvolvedores não sejam suficientes para estabelecer uma superioridade geral.
A DeepSeek também continua entre os principais laboratórios chineses.
Em setembro, lançou o V4.1-Flash , versão voltada a respostas mais rápidas e maior capacidade de processamento.
A startup, fundada em 2023, também ampliou investimentos em infraestrutura, chips e profissionais especializados.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.