Amigo usado como 'escudo' em execução é suspeito de indicar local a pistoleiros durante festa em MS
Homem é baleado e morre dentro de piscina durante confraternização Um homem que foi usado como escudo por um conhecido durante um assassinato dentro de uma piscina, em Campo Grande, é suspeito de ter informado aos atiradores onde a vítima estava.
Davi Marques Marinho da Silva, de 24 anos, conhecido como Caverinha, também foi baleado no ataque, ocorrido no dia 8 de outubro, durante uma festa no Jardim Tarumã.
Homem é morto a tiros e outro fica ferido durante confraternização em Campo Grande A vítima era Lucas Henrique Santos Vieira, de 26 anos, conhecido como Gato Preto.
Dois homens chegaram de motocicleta e atiraram contra ele.
Imagens de uma câmera de segurança mostram Lucas puxar Davi para a frente do próprio corpo, na tentativa de se proteger dos tiros.
Lucas morreu no local e Davi sobreviveu. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O g1 não conseguiu localizar a defesa de Davi para comentar a suspeita.
A reportagem também não encontrou os advogados dos outros dois homens apontados pela polícia como envolvidos no assassinato.
A suspeita foi revelada pelo comandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, Major Cleyton da Silva, durante uma coletiva nesta terça-feira (20).
Segundo ele, um homem de 21 anos, preso na segunda-feira (19), confessou participação no assassinato.
O preso também afirmou que Davi teria informado aos dois onde Lucas estava.
"De acordo com o relato [do preso], quem teria entregado a localização do Gato Preto é o vulgo Caveirinha, que é aquele indivíduo que o Gato Preto puxa para frente para utilizar como escudo humano", disse o comandante.
Dívida de drogas Segundo o comandante, a polícia suspeita que uma dívida de R$ 17 mil em drogas tenha motivado o assassinato.
Conforme a polícia, Lucas recebeu o pagamento de um homem que está preso, mas não entregou a droga negociada.
O comprador é suspeito de ordenar a morte dele por causa da dívida.
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