Intensificação da força do El Niño pode diminuir chuvas no Ceará em 2027, diz Funceme
El Niño pode ser o mais intenso desde 1950 e agravar clima no Brasil O iminente aumento na intensidade do El Niño pode trazer consequências para a quadra chuvosa no Ceará em 2027.
Entre elas, a diminuição das chuvas no próximo ano.
A informação foi repassada pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) nesta quinta-feira (10).
O órgão estadual explicou que o fenômeno pode aumentar a probabilidade de condições menos favoráveis às chuvas, com possibilidade de maior irregularidade, períodos secos durante a estação chuvosa e temperaturas mais elevadas. 🌊 Entenda: O El Niño e a La Niña são as duas fases do mesmo fenômeno climático, chamado ENOS (El Niño-Oscilação Sul).
O El Niño é caracterizado pelo aquecimento maior ou igual a 0,5°C das águas do Oceano Pacífico equatorial. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Conforme a Funceme, há 93% de chance do El Niño ser muito forte no fim do ano, quando o impacto para a quadra chuvosa no estado é maior.
No entanto, a Funceme salientou que esses efeitos, porém, também dependem de outros fatores climáticos, especialmente das condições do Atlântico Tropical.
LEIA TAMBÉM: Fortaleza tem manhã de chuva, semáforos apagados e trânsito lento em vários pontos El Niño tem 75% de chance de ser o mais forte desde 1950, diz agência climática dos EUA O órgão disse que segue monitorando continuamente as condições do Oceano Pacífico e da atmosfera, além dos demais fatores que influenciam o clima do Nordeste.
“O acompanhamento será fundamental para atualizar, nos próximos meses, as perspectivas para a quadra chuvosa de 2027 e avaliar com maior precisão os possíveis impactos do El Niño sobre o Ceará”, disse a Funceme, em nota.
Força do El Niño pode diminuir chuvas no Ceará em 2027, diz Funceme.
Gioras Xerez/G1 Ceará Intensificação do El Niño O El Niño está se intensificando e pode ser o mais forte desde 1950.
Isso é o que aponta a nova atualização do boletim mensal da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês), divulgada nesta quinta-feira (10).
Segundo a agência, no trimestre de outubro a dezembro, há 75% de chance de o fenômeno ser o mais intenso desde 1950.
A previsão é que, nesse período, seja registrado um aquecimento superior a 2,5°C no Oceano Pacífico.
No boletim anterior, publicado em 13 de agosto, a agência já estimava que a chance de o fenômeno atingir uma intensidade muito forte nos próximos meses era de 95%.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Ceará.