Mãe de Isabelle Caracristi publica homenagem à filha em dia que completa um mês da morte da jovem: 'continua viva em mim'
Isorlanda Caracristi, em vídeo publicado no dia 13 de outubro após um mês da morte da filha Reprodução Um mês após a morte de Isabelle Caracristi, a mãe dela, a professora universitária Isorlanda Caracristi, foi às redes sociais para comentar o caso.
Ela também disse que está passando por "dias doloridos", mas que tem encontrado apoio.
Além disso, acusou o ex-namorado de Isabelle, João Munhoz Neto, de ter praticado violência contra a filha e voltou a pedir Justiça.
Ele foi indiciado por violência psicológica e fraude processual, mas responde aos crimes em liberdade.
"A Isabelle continua viva em mim: no amor que plantou, na memória do seu sorriso e em cada lembrança do ser humano lindo, carismático, alegre e cheio de luz que ela sempre foi.
Uma vida tão cheia de futuro, interrompida de forma tão violenta e precoce", escreveu Isorlanda em uma publicação no Instagram. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Em vídeo de quase 10 minutos, a mãe de Isabelle disse que ainda não conseguiu voltar à rotina de antes de perder a filha, mas agradeceu todo o apoio que tem recebido.
"As pessoas dizem que quando alguém morre fica aquele vazio.
Não, eu não tô com esse vazio não, gente, eu tô com uma presença forte, uma saudade muito presente.
Eu estou com muita falta da minha filha e tenho momentos de altos e baixos.
Ainda não consegui retomar o ritmo normal da minha vida, mas tô tentando, tô tendo muito apoio dos meus amigos, da minha família, principalmente dos meus filhos e das pessoas mesmo que continuam me dando muita solidariedade, [que] encontro na rua, na própria mídia", relatou.
Isabelle Caracristi e João Munhoz Neto Reprodução Sobre o ex-namorado de Isabelle, Isorlanda o acusou de ter praticado violência sexual e psicológica contra a filha e também afirmou que, segundo depoimentos colhidos ao longo da investigação do caso, João Munhoz Neto cometeu assédio contra a própria Isabelle e outras mulheres no escritório de advocacia onde trabalhavam.
"Não adianta tentar descontextualizar e fazer desse rapaz uma vítima, um pobre coitado vítima, que não sabe direito o que aconteceu, totalmente alheio ao que aconteceu, não.
Esse rapaz cometeu assédio com outras meninas no trabalho, não esqueçamos disso, essas meninas deram o seu depoimento.
Está lá registrado na polícia, então, ele é um assediador", acusou.
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