Hakimi perde recurso e será julgado por acusação de estupro na França
O Supremo Tribunal Francês determinou nesta quarta-feira (23) que Achraf Hakimi , lateral-direito de Marrocos e Paris Saint-Germain, será julgado após a acusação de estupro em 2023 , sendo incontornável a realização do julgamento.
Leia Mais Eriksen rescinde com Wolfsburg após novo episódio de saúde Manchester United tem 7º ano de prejuízo seguido e perde R$ 293 milhões Irmão de Higuaín é demitido após comentário misógino contra árbitra O juizado rejeitou o recurso que foi apresentado no dia 19 de junho, em plena Copa do Mundo , pelos advogados que representam o jogador.
Após o decreto da decisão, o lateral terá que comparecer ao banco dos réus no Tribunal Criminal de Hauts-de-Seine, podendo ser também em Nanterre, em julgamento que ainda não tem data confirmada .
O grupo que defende a denunciante declarou, em comunicado a agência EFE , que a cliente está convicta de que a justiça será feita.
Após três anos e meio de batalhas judiciais, depois de ser caluniada e arrastada para a disputa pela defesa de Achraf Hakimi, minha cliente está convencida de que a justiça será feita e lutará até o fim Rachel-Flore Pardo, advogada de defesa da vítima Denúncia contra Hakimi Segundo a denúncia feita pela mulher, Hakimi a beijou nos lábios a força, levantou as roupas da vítima e a tocou nas partes íntimas sem consentimento antes de estupra-lá.
Mesmo com dificuldade, a jovem se desvencilhou do agressor com um chute, e posteriormente, ligou para sua amiga, que foi buscá-la no local.
De acordo com a acusadora, o relato aconteceu na residência do marroquino, em Boulogne-Billancourt.
No dia seguinte, ela compareceu na delegacia e contou aos agentes o que havia acontecido.
Hakimi foi acusado pela jovem de 24 anos no dia 2 de março de 2023, negando os fatos apresentados desde o inicio das acusações.
Defesa do jogador Além de sua equipe de advogados, seu ex-companheiro de PSG, Kylian Mbappé, poderá ser chamado como testemunha , já que foi citado pela defesa em 14 de abril de 2023, para que comprove o consentimento nas relações que seu colega manteve com a delatora.
Kylian afirmou que seu amigo disse que beijou a jovem e, após o beijo, teria tocado “suas partes íntimas”, sem que houvesse rejeição da parte dela.
Esta declaração fez com que a juíza responsável ordenasse que o marroquino fosse levado a julgamento, afirmando que este ato corroborava com o relato da queixosa.
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