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Cronologia: entenda o vaivém do canal 'Exército do Lula' na Justiça Eleitoral

G1 Política ·
Cronologia: entenda o vaivém do canal 'Exército do Lula' na Justiça Eleitoral

Canal 'Exército do Lula' no WhatsApp: veja a cronologia da disputa no TSE A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou o canal "Exército do Lula", administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (13).

O registro ocorre após uma série de impasses e embates jurídicos que o canal de WhatsApp enfrentou na Justiça Eleitoral. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O vai-vém começou após a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) pedir a suspensão do canal por suposta divulgação de informações falsas.

O caso gerou decisões divergentes no TSE entre o presidente da Corte, Nunes Marques, que determinou a suspensão, e o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, que decidiu manter a página ativa.

Na segunda-feira (12), uma análise técnica do TSE não identificou conteúdos falsos nas publicações examinadas que estavam no ar.

Nesta terça-feira (13), Nunes Marques condicionou o funcionamento do canal ao registro formal na Justiça Eleitoral, exigência que foi cumprida pela campanha de Lula (PT).

Até a última atualização deste texto, o canal estava no ar, com 4,3 milhões de seguidores.

Veja, abaixo, a cronologia do caso até aqui: 7 de outubro - Campanha de Flávio Bolsonaro entra com ação no TSE Cronologia "Exército do Lula" Reprodução/GloboNews Na quarta-feira (7), a campanha do candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), protocolou uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral no TSE pedindo para que o canal fosse suspenso.

A campanha alegou que a página estaria compartilhando conteúdos que já haviam sido classificados como falsos pela Justiça Eleitoral e retirados das redes sociais de Lula por determinação do tribunal.

10 de outubro - Corregedor-geral eleitoral pede mais informações à campanha de Flávio Às 15h42 do sábado (10), Ricardo Villas Bas Cueva, corregedor-geral eleitoral, que ficou responsável pela ação, determinou que não trataria da suspensão naquele momento e pediu provas à campanha de Flávio e uma manifestação da equipe de Lula.

10 de outubro - Campanha de Flávio entra com uma nova ação Ainda no sábado (10), apenas 41 minutos após a determinação de Villas Boas, a campanha de Flávio entrou com outra ação, direcionada à presidência do TSE.

O novo pedido alegava que a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, não estaria cumprindo o plano de conformidade firmado com a Justiça Eleitoral para combater irregularidades durante as eleições.

Como a fiscalização desse acordo com a Meta cabe à presidência do tribunal, o caso foi encaminhado diretamente ao ministro Nunes Marques.

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