Base de R$ 3,2 milhões em Campo Grande promete resposta em até 12h a emergência
A crise climática é uma questão de saúde pública e exige que o SUS (Sistema Único de Saúde) se prepare, com base na ciência, para impactos que não são iguais em todo o país.
A avaliação foi reforçada nesta quarta-feira (16) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante o Encontro com Jornalistas: Saúde, Clima e El Niño, que reuniu, de forma online, profissionais de imprensa de todo o Brasil.
A estratégia apresentada pelo Ministério da Saúde parte justamente das diferenças entre os territórios.
Enquanto algumas regiões precisam se preparar principalmente para chuvas intensas e inundações, outras enfrentam maior risco de seca, estiagem, calor e incêndios.
Por isso, a pasta está regionalizando o monitoramento, o planejamento e a capacidade de resposta do SUS.
No Centro-Oeste, onde está Mato Grosso do Sul, o cenário esperado reúne ausência de chuvas, calor intenso, estiagem e risco de incêndios florestais.
Entre os possíveis impactos sobre a saúde estão estresse térmico, problemas cardiorrespiratórios provocados pela fumaça, acidentes durante o manejo do fogo e dificuldade de acesso à água potável.
Campo Grande será um dos pontos dessa estrutura regionalizada.
Como já informado pelo Campo Grande News , a Capital deve receber em novembro a Base Regional Centro-Oeste da FN-SUS (Força Nacional do SUS).
A novidade obtida pela reportagem é que o investimento estimado será de R$ 3,2 milhões.
O local onde a estrutura funcionará ainda está em definição.
Base permanente - A futura base será permanente e contará com equipe de prontidão.
Segundo o Ministério da Saúde, poderá mobilizar Equipes de Resposta Rápida e módulos adicionais, dimensionados conforme a magnitude de cada ocorrência.
A pasta considera Campo Grande estratégica para atender o Centro-Oeste.
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