Em encontro com 23 entidades, Mailza defende diálogo com servidores e responsabilidade fiscal
A Frente Única dos Sindicatos do Estado do Acre, formada por 23 entidades classistas, se reuniu nesta segunda-feira (14) com a candidata ao Governo do Acre e atual governadora, Mailza Assis (PP), para apresentar demandas das categorias e discutir propostas para os servidores públicos estaduais.
Além, disso, uma carta com demandas das categorias foi entregue a gestora e candidata.
A reunião faz parte de uma agenda definida pelas entidades sindicais com os candidatos ao Governo do Acre durante o período eleitoral.
O objetivo é apresentar reivindicações gerais e específicas das categorias e conhecer as propostas dos candidatos para o funcionalismo público e para a gestão estadual.
Durante o encontro, Mailza afirmou que seu principal compromisso, caso seja eleita para um novo mandato, será realizar uma gestão voltada ao desenvolvimento do Estado, sem deixar de lado a valorização dos servidores e a responsabilidade com as contas públicas.
“Eu tenho um compromisso primeiro, que é fazer uma boa gestão do Estado.
Sei que isso passa por diversas linhas, mas precisamos pensar no desenvolvimento do Estado e considerar os nossos servidores públicos”, afirmou.
A candidata destacou que os servidores são fundamentais para a execução das políticas públicas e para a prestação dos serviços à população.
Segundo ela, valorizar as categorias significa também garantir direitos e manter um canal permanente de diálogo com as entidades representativas.
Mailza, entretanto, ressaltou que a capacidade de atender às reivindicações está condicionada à situação fiscal do Estado.
“Não tem como fazer compromisso com vocês, pensar num Estado bom para todos, sem pagar as contas, sem ser responsável com o que nós temos, com o que recebemos e com o que gastamos”, declarou.
Mesa permanente de negociação Entre as principais propostas apresentadas pela candidata está a criação de uma mesa permanente de negociação com os sindicatos.
Mailza defendeu que as demandas sejam discutidas diretamente com o governo, evitando que as categorias precisem recorrer a movimentos grevistas ou outras formas de pressão antes de estabelecer o diálogo.“É conversando que a gente se entende.
A primeira proposta que precisamos estabelecer é uma mesa permanente de negociação e diálogo”, afirmou.
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