quinta-feira, 29 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Projeto usa biomarcadores para prevenir infecções e lesões em atletas paralímpicos› Instituto de Física da Unicamp abre processo seletivo para pós-graduação› Diálogos PROASA: Rede de observação costeira e oceânica como política científica estruturante para SP› Seminário internacional debate registros digitais indígenas› Novo indicador metabólico prevê longevidade e risco de doenças crônicas› Democratas criticam concessão de visto a Flávio Bolsonaro› Saída antecipada de chefe do Banco Central Europeu abre espaço para influência de Macron› Sindicatos e organizações no Equador convocam protesto contra políticas de Noboa› ‘Presença árabe impede Netanyahu de alcançar maioria no Parlamento’, avalia pesquisadora› ‘Não vou me envolver’, diz Trump sobre carta de Flávio Bolsonaro› Projeto usa biomarcadores para prevenir infecções e lesões em atletas paralímpicos› Instituto de Física da Unicamp abre processo seletivo para pós-graduação› Diálogos PROASA: Rede de observação costeira e oceânica como política científica estruturante para SP› Seminário internacional debate registros digitais indígenas› Novo indicador metabólico prevê longevidade e risco de doenças crônicas› Democratas criticam concessão de visto a Flávio Bolsonaro› Saída antecipada de chefe do Banco Central Europeu abre espaço para influência de Macron› Sindicatos e organizações no Equador convocam protesto contra políticas de Noboa› ‘Presença árabe impede Netanyahu de alcançar maioria no Parlamento’, avalia pesquisadora› ‘Não vou me envolver’, diz Trump sobre carta de Flávio Bolsonaro
Últimas

Defensoria pede R$ 50 milhões em reparação a moradores da Penha e do Alemão um ano após megaoperação

G1 ·
Defensoria pede R$ 50 milhões em reparação a moradores da Penha e do Alemão um ano após megaoperação

Defensoria pede R$ 50 milhões em reparação a moradores da Penha e do Alemão um ano após megaoperação Reprodução/Bruno Itan A Defensoria Pública do Rio de Janeiro entrou com uma ação civil pública nesta quarta-feira (28) para pedir R$ 50 milhões em reparação aos moradores dos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio, afetados pela Operação Contenção, realizada em outubro de 2025.

A ação também solicita atendimento psicossocial para a população atingida.

O pedido foi apresentado um ano após a operação policial que deixou 122 mortos.

Segundo a Defensoria, o valor da indenização deve ser revertido em obras e melhorias nas áreas de educação, saúde, esporte e lazer das comunidades.

A ação foi ajuizada pelo Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (NUDEDH) da Defensoria.

O órgão também pede que o Estado seja responsabilizado pelos danos individuais sofridos pelos moradores durante a operação.

“A Operação Contenção expôs a vida dos moradores e gerou traumas pessoais, com agressões físicas, invasão de domicílios e furto de bens”, afirmou o defensor público Marcos Paulo Dutra Santos, coordenador do NUDEDH.

Segundo ele, a ação busca garantir tratamento específico para a saúde mental dos moradores, sem prejuízo de pedidos individuais de reparação.

Nenhuma das 117 mortes da megaoperação foi registrada por câmeras corporais analisadas, apontam ONG e Defensoria Defensoria cita morte de pedreiro e exposição de corpo Entre os casos mencionados na ação está o de Ronaldo Julião da Silva, de 46 anos, morto no dia da operação.

Natural de Campina Grande (PB), ele trabalhava como pedreiro, tinha seis filhos e, segundo a Defensoria, não possuía anotações criminais.

O órgão afirma que houve falhas do Estado na preservação do local da morte, na realização da perícia e na investigação do caso.

A ação também aponta violação à dignidade da vítima pelo abandono e pela exposição do corpo em via pública.

Relatório aponta falta de câmeras corporais Um dos documentos usados pela Defensoria como base para a ação é um relatório da organização internacional Human Rights Watch.

Segundo o órgão, o material aponta descumprimento de determinações do Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, especialmente em relação ao uso de câmeras corporais pelos agentes de segurança. ✅ Siga o canal de notícias do g1 Rio no WhatsApp Para a Defensoria, os equipamentos são importantes para dar transparência às operações, produzir provas e proteger tanto os moradores quanto os próprios policiais.

Ler a notícia completa no G1 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

Mais de G1

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›