Com Ibovespa em recorde, ETFs da XP ampliam grade de renda variável brasileira
Com Ibovespa em recorde, ETFs da XP ampliam grade de renda variável brasileira O Ibovespa fechou em 209.066,90 pontos em 9 de outubro de 2026, maior patamar nominal da série histórica, e é nesse cenário que a XP Asset Management ampliou sua grade de renda variável brasileira com a estreia do XVAL11 na B3 nesta semana (15).
Com o novo fundo, os ETFs da XP voltados à bolsa local passam a ser quatro.
A valorização do índice vem de um movimento rápido: alta de 12,20% em outubro e de 29,75% no acumulado do ano até 9 de outubro, segundo dados de mercado.
Em ciclos assim, a discussão sobre como construir a exposição — índice amplo, small caps, setor específico ou fator — ganha peso, e os ETFs funcionam como blocos de alocação para acessar cada um desses recortes.
O que o XVAL11 replica O XVAL11 acompanha o Giant Valor Brasil, índice calculado pela Giant Steps Capital, que seleciona 60 ações da B3 a partir de três métricas fundamentalistas: earnings yield, EBIT yield e free cash flow yield, combinadas em um score único.
A seleção é sistemática, sem decisão discricionária do gestor, com rebalanceamento mensal.
A carteira tem limites de concentração de 8% por ação e 25% por setor.
Segundo a lâmina do fundo, as dez maiores posições respondem por cerca de 30% do patrimônio, ante aproximadamente 50% no IDIV.
A taxa de administração é de 0,50% ao ano, com liquidação em D+2 e aplicação e resgate em D+0.
De acordo com o material de divulgação da gestora, o índice de referência acumula alta de 671,4% desde maio de 2010, contra 468,0% do IDIV no mesmo intervalo.
O dado é o desempenho do índice em período anterior à existência do fundo, e não rentabilidade do XVAL11, que iniciou negociação com formador de mercado contratado e cota de referência de R$ 50,00.
Gestora apresenta ETFs estratégicos para o mercado brasileiro Pela descrição da gestora, cada produto cobre um segmento distinto do mercado acionário local: BOVX11 — mercado amplo, com as ações mais negociadas e representativas da B3; XCAP11 — small caps, com metodologia de rebalanceamento que busca reduzir o efeito de seleção adversa; OBRA11 — infraestrutura, com foco em setores historicamente geradores de caixa e de menor volatilidade; XVAL11 — fator valor, com 60 ações selecionadas por métricas fundamentalistas.
As estratégias podem ser usadas isoladamente ou combinadas na parcela de renda variável brasileira da carteira.
A escolha depende do perfil, do horizonte e da composição atual da alocação de cada investidor.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.suno.com.br — o conteúdo pertence a Suno Notícias.