Furacão Polo atinge categoria máxima no Pacífico mexicano em menos de 24 horas
O furacão Polo intensificou-se rapidamente e atingiu a categoria 5, o nível máximo da escala Saffir-Simpson, em menos de 24 horas nesta terça-feira, 22, sobre o Pacífico mexicano.
Com ventos de cerca de 260 km/h e um deslocamento lento de 9 km/h, o fenômeno não tem previsão de atingir a costa, mas deve causar fortes chuvas na região durante toda a semana.
As autoridades mexicanas estão em alerta e já suspenderam as aulas nos estados de Guerrero e Michoacán, os primeiros impactados pelas chuvas.
O furacão está a 355 quilômetros de Guerrero, onde fica o balneário de Acapulco.
Na região, conhecida por ser um destino turístico, policiais usam megafones para alertar a população sobre a possibilidade de tempestades elétricas e recomendar que as pessoas adotem medidas de prevenção . +Filho de ex-presidente, político mexicano tem visto americano revogado: ‘Decisão à la Hitler’ Além de Guerrero e Michoacán, o Serviço Meteorológico do México (SMN) prevê precipitações nos estados de Jalisco, Colima e Oaxaca.
Como medida preventiva, a Marinha anunciou o deslocamento de quase 14 mil agentes para as regiões do Pacífico e as Forças Armadas divulgaram planos preventivos.
O clima de apreensão é reforçado ainda pela lembrança do furacão Otis, que devastou Acapulco em 2023.
Continua após a publicidade A atual temporada de ciclones, que afeta todos os anos a costa do Pacífico e do Atlântico, vai de maio a novembro.
Apesar de ser um fenômeno já esperado, dessa vez ele se apresenta com alta intensidade devido ao El Niño e aos efeitos amplificados pelas mudanças climáticas.
O Centro Nacional de Furacões (NHC) informou que o furacão Polo pode sofrer ainda algum fortalecimento adicional nas próximas horas, mas deve permanecer em alto-mar.
O coordenador-geral do SMN, Fabián Vázquez, afirmou em entrevista ao veículo Rádio Fórmula que os ventos fortes vindos do oceano afetarão a região durante toda a semana.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.