Flávio é o pior dos Bolsonaros!
Após o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, solicitar o levantamento do sigilo de informações relacionadas ao Caso Master no inquérito sob relatoria do ministro André Mendonça, indicado pelo Bolsonaro pai em 2021, adivinhem? O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, está sendo investigado por suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Mas o crime não é novidade para o currículo de Flávio, que começou sua carreira aos 19 anos como funcionário fantasma de um gabinete em Brasília e seguiu no meio da bandidagem.
Acusado de lavagem de dinheiro e organização criminosa no escândalo das rachadinhas, ele continuou envolvido em episódios que levantaram e levantam graves questionamentos sobre sua atuação política.
Flávio Bolsonaro, enquanto deputado estadual, homenageou Adriano da Nóbrega com a Medalha Tiradentes.
Adriano da Nóbrega, um dos maiores milicianos do meu estado, o Rio de Janeiro, que é berço do bolsonarismo, apontado pelas autoridades como chefe do Escritório do Crime, além de ser acusado por envolvimento em homicídios e outros crimes.
Flávio ainda nomeou em seu gabinete a mãe e a esposa do miliciano.
E a bandidagem não para aí.
Defensor explícito das milícias, Flávio sequer apagou o tuíte que fez sobre a juíza Patrícia Acioli, executada com 21 tiros na porta de casa, em Niterói, em 2011, por policiais militares ligados a um grupo de extermínio.
Nele, o bolsonarista diz: “Que Deus tenha essa juíza.
Mas a forma absurda e gratuita com que ela humilhava policiais nas sessões contribuiu para ter muitos inimigos”.
Como um candidato à Presidência agora fala que quer cuidar do povo brasileiro? Ele que votou contra a CPI das Milícias.
Ele que nunca cuidou do Rio de Janeiro.
Ele que é amigo de Daniel Vorcaro, do Banco Master, protagonista de um dos maiores escândalos dos últimos anos no nosso país.
Ele que comprou uma mansão de quase 6 milhões em dinheiro vivo.
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