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Esportes

YouTube se vê como “centralizador” em mercado de direitos de transmissão segmentado

Máquina do Esporte ·

Em um mercado em que os direitos de transmissões esportivas, principalmente do futebol, estão cada vez mais divididos entre vários detentores, o YouTube se enxerga como ponto de convergência para o torcedor.

A avaliação é de Tales Almeida, gerente de soluções comerciais para esportes da plataforma, em entrevista à Máquina do Esporte .

A plataforma reúne transmissões de CazéTV, GeTV, CNN Brasil, Itatiaia, SportyNet, Canal do Beja e canais de clubes, entre vários outros.

Direitos de mídia são propriedades caras e os canais enxergam no YouTube uma forma de aproveitá-los ao máximo.

“O YouTube ajuda a ser uma porta de democratização e centralização dentro desse ambiente pulverizado para que organize a cabeça do fã, mas que também o detentor consiga ter mais um canal para chegar até o fã de futebol”, afirmou, em entrevista concedida durante a YouTube Fair 2026.

LEIA MAIS: YouTube se consolida com principal opção para novos grupos que apostam na transmissão esportiva Nesse movimento, quem fica no centro é o torcedor.

O YouTube avalia ter um perfil diferente de outras plataformas digitais e redes sociais, ligado ao hábito e à atenção do usuário: quem busca um conteúdo específico costuma recorrer a ele.

Essa intencionalidade se une à capacidade de formar comunidades, um espaço em que o torcedor encontra veículos que acompanham seu time, canais feitos por outros fãs e conversas que já existem na plataforma e que o interessam.

“Um fã, um aficionado por futebol, não limita o seu consumo aos 90 minutos.

Então ele vai ficar dentro do YouTube consumindo todo esse conteúdo”, apontou o executivo.

A Copa do Mundo ilustrou como esse comportamento se consolidou e serviu como um validador desse movimento de “centralização”.

Um torneio de 39 dias, que levou o torcedor à plataforma todos os dias, foi um passo importante para ajudar o YouTube a vencer a barreira de entrada de quem ainda não sabe que o futebol está ali.

“Você constrói dentro da cabeça do usuário esse hábito de que o futebol que ele quer está no YouTube, seja Champions League, Copa do Mundo, Copa Sul-Americana ou Brasileirão Série C”, disse o gerente de soluções comerciais para esportes da plataforma.

LEIA MAIS: Metrópoles atinge 23,7 milhões de visualizações com cobertura da Série D no YouTube LEIA MAIS: CNN Brasil e Itatiaia transmitirão Europa League, Conference League e Ligue 1 no YouTube TV conectada As tendências de consumo dos espectadores do YouTube também têm mudado, com a plataforma passando a ser consumida cada vez mais em televisões conectadas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em maquinadoesporte.com.br — o conteúdo pertence a Máquina do Esporte.

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