Cantor Rick, morto em queda de helicóptero em SC, deixa esposa e dois filhos
Imagens mostram destroços do helicóptero que caiu com o cantor Rick em SC O cantor Rick, que morreu na queda de um helicóptero, era casado e tinha dois filhos.
Na aeronave estavam também o empresário Bruno Avelar, o videomaker, o piloto e o copiloto.
Nascido em Monte do Carmo, região central do Tocantins — na época, território goiano — o cantor e compositor tinha 59 anos (conheça mais da sua trajetória abaixo).
A aeronave desapareceu na tarde de segunda-feira (21).
Eles tinham decolado de Porto Belo, no Litoral Norte, com destino a São Joaquim, na Serra, e não chegaram ao local previsto.
A região tinha previsão de fortes tempestades, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
A aeronave era um PP-MGR - Bell 430, da JTA Empreendimento e Urbanismo, e tinha sido emprestada ao cantor e ao empresário.
Destroços do helicóptero que levava Rick e outros 3 Reprodução/NSC TV A trajetória do cantor Rick Muito antes de multidões cantarem versos de clássicos como "Ela É Demais", "Muleca" e "Filha", o homem que o Brasil se acostumou a chamar de Rick era conhecido como Geraldo Antônio de Carvalho.
Nascido em 5 de dezembro de 1966, em Monte do Carmo, região central do Tocantins — na época, território goiano — o cantor e compositor carregava em sua essência a simplicidade da vida no campo e as tradições populares.
Casado com Geralda Carvalho e pai de Mônica e Victor Henrique, Rick sempre buscou manter suas raízes vivas, mesmo após se consolidar como uma das referências do cancioneiro sertanejo nacional. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A infância de Geraldo esteve distante de qualquer glamour.
Criado em meio à natureza até os dez anos de idade, o cantor guarda lembranças vívidas de um tempo em que as parteiras faziam os partos e a cultura regional ditava o ritmo dos dias.
Na verdade, eu falo que nasci em Monte do Carmo porque era o município, né? Mas, se meu pai ver essa entrevista aqui ele vai falar "eu falei pra você não falar isso, por que quem nasce no mato é arroz e feijão", mas eu nasci na roça, no meio do mato mesmo.
Naquela coisa de parteira né... e eu fiquei no mato até os 10 anos de idade, que foi quando eu tive a oportunidade de ir pra cidade.
Passei por ali, fui pra Porto Nacional e aí mudei pra Brasília.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tocantins.