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Aporte de acionistas, lucro frustrado e emissões de dívidas da Apex: o que se sabe ou não sobre a crise

A Gazeta (ES) ·
Aporte de acionistas, lucro frustrado e emissões de dívidas da Apex: o que se sabe ou não sobre a crise

A crise que atingiu a Apex Partners nos últimos dias colocou sob análise uma estrutura empresarial complexa que reúne centenas de sociedades e acumula um passivo estimado até agora em R$ 985,6 milhões , segundo informações de um processo que tramita na Justiça desde a última sexta-feira (7).

O grupo ingressou com a ação com pedido de tutela de urgência cautelar antecedente, medida que busca proteger o patrimônio das empresas enquanto é avaliada a possibilidade de um pedido de recuperação judicial.

Os documentos entregues ao Judiciário revelam que houve expectativas frustradas de retorno de investimentos; que o maior volume das dívidas vem da emissão de debêntures; e que acionistas aprovaram um aporte de R$ 176 milhões, mas a operação não se concretizou.

Veja o que já foi explicado e o que ainda falta ser esclarecido sobre a companhia.

A turbulência veio a público após os sócios da holding ABM Partnership, controladora da Apex Partners Gestão de Ativos S.A. e de outras subsidiárias, afastarem, na última quinta-feira (6), o fundador e então presidente, Fernando Cinelli , de todas as funções de administração e representação.

A nova gestão apontou inconsistências financeiras após uma auditoria interna, decidindo contratar uma perícia externa para fazer uma radiografia da real situação econômica do grupo. Isso porque o cenário traçado até agora não responde como o grupo chegou à situação atual, os reais valores do rombo e o que provocou a deterioração do patrimônio.

O empresário manifestou-se sobre o caso pela primeira vez na última sexta-feira (7). Em nota, informou que está dedicado e comprometido a contribuir da melhor forma para a preservação da empresa, de seus investidores e acionistas.

Na petição entregue à Justiça, a defesa do grupo afirma que a substituição do administrador poderia acionar cláusulas de vencimentos antecipados previstas em contratos bancários e escrituras de debêntures (títulos de renda fixa emitidos por empresas privadas para captar dinheiro no mercado).

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.agazeta.com.br — o conteúdo pertence a A Gazeta (ES).

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