Novas regras reduzem cera e aumentam tempo de bola no Brasileirão
As novas regras criadas para combater a cera e outras formas de anti-jogo já produzem efeitos no Campeonato Brasileiro .
De acordo com levantamento do Gato Mestre , do ge, 38 aplicações das medidas foram registradas em 62 partidas disputadas desde a 23ª rodada, quando as normas começaram a valer.
Entre as mudanças está a chamada “Lei Vini Jr.”, que prevê a expulsão de jogadores, suplentes ou substituídos que cubram a boca para se comunicar com um adversário de maneira provocativa, depreciativa ou inflamatória.
A regra foi aplicada duas vezes no Brasileirão desde sua implementação.
A primeira ocorreu justamente na 23ª rodada.
Arthur Cabral, do Botafogo, recebeu cartão vermelho após cobrir a boca durante uma discussão na derrota por 1 a 0 para o Vitória.
A segunda aplicação aconteceu no Athletiba da 27ª rodada, que terminou empatado em 3 a 3.
Aos 42 minutos do primeiro tempo, o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães consultou o VAR e expulsou Breno Lopes, do Coritiba, por um lance envolvendo Benavídez.
Cobranças e substituições também têm limite Outra medida estabelece que os jogadores tenham cinco segundos para realizar cobranças de lateral ou tiro de meta.
Desde a adoção da regra, a arbitragem penalizou a demora em quatro ocasiões.
Foram três laterais revertidos e um tiro de meta transformado em escanteio.
O último caso aconteceu no Choque-Rei entre Palmeiras e São Paulo.
Na vitória palmeirense por 2 a 0, o goleiro Carlos Coronel levou seis segundos para cobrar um tiro de meta aos 44 minutos do primeiro tempo.
O árbitro Rafael Rodrigo Klein marcou escanteio para o Palmeiras.
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