segunda-feira, 17 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Maiores reservatórios dos EUA atingem mínimos históricos em meio à seca Jovem sofre ferimentos após colisão entre moto e carro na zona norte de Apucarana Sobe para 6.438 número de mortos pelos terremotos de junho na Venezuela Veja o resultado da Lotofácil concurso 3764 desta segunda-feira (17) Veja o resultado da Quina concurso 7094 desta segunda-feira (17) Veja o resultado da Lotomania concurso 2964 desta segunda-feira (17) Pesquisa Mulheres & Bets vira música para expor impacto das apostas 'É provavelmente meu último ano no futebol', afirma Cristiano Ronaldo Debates entre candidatos a presidente em 2026: veja datas e onde assistir Entenda como funciona o Pardal, aplicativo para denunciar propaganda eleitoral irregular Maiores reservatórios dos EUA atingem mínimos históricos em meio à seca Jovem sofre ferimentos após colisão entre moto e carro na zona norte de Apucarana Sobe para 6.438 número de mortos pelos terremotos de junho na Venezuela Veja o resultado da Lotofácil concurso 3764 desta segunda-feira (17) Veja o resultado da Quina concurso 7094 desta segunda-feira (17) Veja o resultado da Lotomania concurso 2964 desta segunda-feira (17) Pesquisa Mulheres & Bets vira música para expor impacto das apostas 'É provavelmente meu último ano no futebol', afirma Cristiano Ronaldo Debates entre candidatos a presidente em 2026: veja datas e onde assistir Entenda como funciona o Pardal, aplicativo para denunciar propaganda eleitoral irregular
Brasil

Especialista explica como ferida da rejeição influencia Brigitte em Quem Ama Cuida

ac24horas ·
Especialista explica como ferida da rejeição influencia Brigitte em Quem Ama Cuida

Personagem de Tata Werneck em Quem Ama Cuida, Brigitte vive uma relação bastante conturbada com a mãe, a vilã Pilar (Isabel Teixeira). Marcada pelas feridas da rejeição materna, a herdeira da família Brandão repete padrões afetivos e costuma se apaixonar por homens indisponíveis, o que a leva a desenvolver comportamentos obsessivos.

A questão de Brigitte já foi abordada em pelo menos três relacionamentos ao longo do folhetim da Globo. Primeiro, ela se apaixonou por Cléber (Breno Ferreira), depois, por Pituxo (Romulo Arantes Neto), e agora demonstra novamente sinais de obsessão nas cenas com César (Rainer Cadete).

Para Telma Abrahão, neurocientista e analista emocional especialista em traumas, o caso da personagem de Tata Werneck aponta para um mecanismo que pode aparecer em indivíduos que cresceram sem sentir segurança afetiva dentro da própria família.

“Quando uma criança cresce sentindo que não é escolhida, que não é importante ou que precisa disputar o amor da própria mãe, isso pode deixar uma marca profunda na forma como ela passa a enxergar a si mesma e os relacionamentos. Na vida adulta, ela pode buscar desesperadamente no outro a confirmação de que é amada, desejada e importante”, explica.

Uma pessoa que carrega uma ferida de rejeição pode interpretar um ‘não’ como uma confirmação de algo que já acredita sobre si mesma: ‘Eu não sou suficiente’, ‘ninguém vai ficar comigo’, ‘novamente estou sendo abandonada’. Por isso, algumas reações podem parecer exageradas para quem observa de fora, mas, internamente, aquela situação pode estar ativando uma dor muito mais antiga. Segundo a especialista, Brigitte convive com uma condição conhecida como erotomania, ou síndrome de Clérambault, caracterizada pela certeza absoluta de que outra pessoa está apaixonada por ela, apesar de os sinais apontarem para o sentido completamente oposto.

Em cena recente com César, por exemplo, a personagem de Tata Werneck pediu que o médico se declarasse para ela. A solicitação deixou o dermatologista perdido, já que não existia essa intenção por parte dele.

“Por trás de uma pessoa que parece excessivamente carente, ciumenta ou insistente, muitas vezes existe alguém tentando provar para si mesma que finalmente será escolhida. O problema é que nenhuma relação consegue reparar sozinha uma ferida emocional construída durante anos”, diz a neurocientista.

Quando o amor passa a ser utilizado como uma forma de validar o próprio valor, qualquer rejeição pode ser vivida como uma ameaça à própria identidade. “Trauma não funciona como uma equação simples em que uma experiência necessariamente produz determinado transtorno. Existem vários fatores envolvidos, como predisposição individual, ambiente, experiências posteriores e a maneira como aquela criança conseguiu ou não elaborar o que viveu. O que sabemos é que experiências repetidas de rejeição podem influenciar profundamente a autoestima, a percepção de pertencimento e a maneira como os vínculos são construídos”, acrescenta a especialista.

Telma destaca ainda a importância da ajuda psicológica e da paciência para lidar, na vida real, com indivíduos que apresentam a mesma questão de Brigitte.

Ler a notícia completa no ac24horas ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ac24horas.com — o conteúdo pertence a ac24horas.

Mais de ac24horas

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›