Defesa de Bigodini pede exame de insanidade mental antes de audiência em Ribeirão Preto, SP
Bigodini (MDB) está em seu primeiro mandato como vereador de Ribeirão Preto (SP) Câmara Municipal de Ribeirão Preto A defesa de um vereador de Ribeirão Preto (SP) que é réu por embriaguez ao volante pediu à Justiça que ele seja submetido a um exame de insanidade mental.
O pedido foi feito na quinta-feira (15), quatro dias antes da audiência de instrução e julgamento do caso, marcada para as 14h desta segunda-feira (19).
Roger Ronan da Silva, o Bigodini, de 34 anos, responde por embriaguez ao volante, falsidade ideológica e fraude processual, além da contravenção de direção perigosa.
Segundo a denúncia do Ministério Público (MP), ele dirigia sob influência de álcool quando bateu um carro alugado em uma árvore na Avenida do Café, em setembro de 2025, e depois trocou de lugar com a ex-namorada para simular que era ela quem estava ao volante. 📲 Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp O pedido de exame foi feito com base em um parecer psiquiátrico e psicológico particular, apresentado pela defesa.
Segundo o processo, a Justiça decretou sigilo sobre o pedido e o encaminhou ao MP para manifestação.
Pelo Código de Processo Penal (CPP), se a Justiça determinar o exame, o processo contra o vereador fica suspenso até a conclusão de um laudo oficial.
Nesse caso, a audiência pode ser adiada.
Agora no g1 No pedido, a defesa afirma que o parecer aponta dúvida sobre a integridade mental do vereador na época dos fatos, o que justificaria o exame oficial.
A advogada Maria Cláudia de Seixas escreveu que não pretende antecipar conclusão sobre a imputabilidade penal dele, ou seja, se ele pode ou não ser responsabilizado criminalmente.
O g1 procurou a defesa do vereador, que disse que não vai se pronunciar.
O vereador responde em liberdade.
O que é o incidente de insanidade mental O incidente de insanidade mental está previsto no artigo 149 do Código Penal.
Ele pode ser aberto quando há dúvida sobre a integridade mental de um acusado.
Cabe à Justiça avaliar se essa dúvida existe.
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