O espasmo e o gol: a vitória do Galo teve a assinatura de um atleticano chamado Fred
Atlético-MG 2 x 1 Cruzeiro | Melhores momentos | Quartas de final | Copa do Brasil 2026 A classificação do Atlético passa pelo torcedor -- na arquibancada e dentro do campo.
A Arena MRV recebeu não uma festa, mas uma cerimônia conduzida pela torcida atleticana, e a catártica vitória contra o Cruzeiro teve como principal condutor o atleta que atravessou meio mundo para ser apenas mais um atleticano.
Mas houve um antes.
Desde o início, o Atlético serviu como eco da sua arquibancada.
Se o arqueiro Otávio não tivesse se agigantado como as próprias alterosas em frente a Bernard, bem no começo do jogo, o fluxo da noite poderia ter sido menos dramático para os envolvidos -- no caso, todo o estado de Minas Gerais.
Mas, nesse caso, as grandes histórias teriam ficado pela metade.
Porque, depois disso, o time de Artur Jorge se encontrou, a ponto de levar perigo durante parte do primeiro tempo.
E surgiram as coincidências, que são apenas o destino brincando de roteirista inconsequente.
A exemplo do que aconteceu semana passada, o zagueiro Ruan saiu de campo lesionado após disputa com Kaio Jorge.
E, também como no primeiro jogo, entrou o promissor Vitão, que pouco depois cometeu pênalti infantil no centroavante cruzeirense.
Atlético-MG x Cruzeiro Copa do Brasil gol Fred Gilson Lobo/AGIF O gol cruzeirense acendeu o último pedaço de carvão que faltava.
No segundo tempo, os rivais largaram-se campo afora em uma comovente demonstração de audácia.
Em poucos minutos, Renan Lodi havia concluído com perigo e o Cruzeiro respondera com uma blitz na área atleticana.
O time de Eduardo Domínguez era melhor, mas o jogo encaminhava-se para um corredor de angústia.
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