Com que time vamos jogar?
Começaram as propagandas eleitorais, debates e entrevistas do segundo turno.
No Acre, a governadora Mailza Assis e o senador Alan Rick se enfrentam munidos de suas histórias, do saldo da campanha do primeiro turno, dos apoios que tem e, principalmente, do arranjo técnico-político que vai realizar seus projetos para o Estado.
Com tempos iguais de programas e inserções, as candidaturas têm mais paridade de armas, digamos.
Isto, tratando-se de armas legítimas.
As outras, fartamente utilizadas ao arrepio da Lei, com o uso e abuso da “máquina” como gostam de dizer os políticos e os jornalistas especializados, e de dinheiro repassado no escurinho do cinema, não se sabe.
Certo é que, agora, com senadores, deputados federais e deputados estaduais eleitos, o foco é exclusivo – o governo do Acre.
Existem setores no governo dos quais dependem seu próprio êxito.
São áreas fundamentais que em função da qualidade da gestão mudam a perspectiva de qualquer governo estadual.
Grosso modo, diria que se destacam três áreas meio e três áreas fins.
Arrisco uma listinha: Casa Civil, Planejamento, Fazenda, Saúde, Educação e Segurança.
Nem é necessário mencionar as atribuições de cada uma para saber que sem bons nomes à frente o troço pode desandar logo na partida.
Sem menoscabo de qualquer outro setor, inclusive da agropecuária, ou da infraestrutura, que são também muito importantes, convenhamos que um bom time nas áreas mencionadas já sinaliza para que lado vai o trem.
Registre-se que em ambas as frentes políticas que disputam o governo há técnicos capazes de assumir tais responsabilidades, resta saber se serão convocados ou a vez será do velhíssimo arranjo de políticos e seus apadrinhados quase sempre incompetentes e traquinas.
Aliás, já se noticiam movimentações de gente muito esperta no sentido de setores onde os cofres são mais recheados.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ac24horas.com — o conteúdo pertence a ac24horas.