Automob (AMOB3): Prévia do 3T26 mostra alta de 9% na receita bruta e avanço de 16,8% em leves
A Automob (AMOB3) informou nesta segunda-feira (19) os números prévios do terceiro trimestre de 2026 (3T26) , com crescimento de 9,0% na receita bruta consolidada em relação ao mesmo período de 2025.
A receita transacionada, indicador gerencial que considera o faturamento integral dos veículos comercializados, avançou 10,8% na mesma base de comparação.
Segundo a companhia, o desempenho reflete a diversificação do portfólio e a força das operações em veículos leves e pesados.
O comunicado também destaca a maior participação das vendas diretas no trimestre, modalidade que tende a exigir menos capital de giro e ter margens superiores.
No segmento de veículos leves novos no varejo, a Automob registrou alta de 16,8% na comparação anual, para 16.541 unidades.
As vendas por loja ficaram em 42 veículos por mês, crescimento de 22,2% na mesma base, acima da premissa de 37 veículos por mês que embasa o guidance para 2027.
A companhia atribuiu o resultado à variedade do portfólio e ao avanço das vendas diretas, impulsionadas por ações das montadoras e programas setoriais como Carro Sustentável e Move Brasil .
Já os seminovos leves tiveram crescimento de 15,3% no trimestre, com 9.215 unidades vendidas.
As vendas por loja somaram 24 veículos por mês, alta de 20,6% ano a ano.
A Automob destacou ainda que o índice de usados sobre novos chegou a 0,6 vez, abaixo da referência de 1,0 vez que serve de base para o guidance de 2027, o que, na visão da empresa, indica espaço para expansão no segmento.
Outros números da Automob O volume de caminhões e ônibus cresceu 35,1% ante o 3T25, totalizando 2.423 unidades.
De acordo com a companhia, o avanço foi puxado pela expansão das vendas diretas e pelo efeito positivo do programa Move Brasil em julho.
No segmento de agro e máquinas, a margem bruta cresceu na comparação trimestral e anual, apesar da queda de 25,6% no volume de máquinas, para 453 unidades.
A Automob afirmou que a estratégia segue focada na compra de estoque sob demanda, na redução do capital empregado e no ajuste da estrutura operacional, com novas medidas em andamento para recuperar a rentabilidade da divisão.
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