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Filipe Barros defende fim da escala 6×1, mas com compensação a empregadores

Banda B ·
Filipe Barros defende fim da escala 6×1, mas com compensação a empregadores

O candidato ao Senado pelo PL no Paraná, deputado federal Filipe Barros , afirmou nesta quinta-feira (24) que é favorável ao fim da escala 6×1 , inclusive tendo votado a favor da medida como deputado federal . No entanto, ressaltou que é necessário que sejam dadas compensações aos empregadores, inclusive com redução de impostos. A declaração foi feita durante sabatina no Jornal da Manhã Banda B .

“Eu defendo essa tese do fim da escala 6 por 1. Porque acredito que as pessoas precisam de fato ficar mais tempo com as suas famílias, ter um tempo de lazer, de dedicação às suas casas, aos seus filhos. Eu tenho quatro filhos. Então, falo por experiência própria. Mas eu tenho dito também que é importante a gente fazer uma verdadeira desburocratização do País. Eu me refiro especialmente à desoneração da folha de pagamento”

Barros lembrou da desoneração da folha de pagamento feita pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para setores específicos no período da pandemia da Covid-19 . Ele definiu a cobrança como um dos impostos “mais injustos” que existem, explicando que, do valor gasto pelo empregador como salário, apenas a metade fica com o trabalhador.

“Agora, se a gente desonerar a folha de pagamento, quem gera emprego vai poder contratar mais, vai poder pagar melhor, vai sobrar mais dinheiro no bolso do trabalhador. Então, eu acho que essas duas medidas tem que avançar de forma concomitante”

Após aprovação na Câmara , a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada máxima semanal de trabalho de 40 para 44 horas está em análise no Senado . Mesmo com um acordo entre o Lula (PT) e o presidente da Casa, David Alcolumbre (União Brasil-AP) , a medida só deve ser votada após as eleições, após a crise política gerada por revelações do caso Banco Master.

Filipe Barros também defendeu a importância do Bolsa Família , mas defendeu que sejam feitas mudanças para aperfeiçoar o programa social. Segundo ele, mudanças feitas pelo presidente Lula (PT) desestimularam beneficiários a procurar trabalho formal.

“O Lula fez com que as pessoas fizessem uma escolha: ou recebem o Bolsa Família ou vão para o mercado formal de trabalho. Muitas dessas pessoas optaram por não estar no mercado formal de trabalho para continuar recebendo o Bolsa Família. É equivocado isso”

O deputado federal ressaltou novamente a importância do programa, mas defendeu que o Governo Federal precisa ter um papel mais ativo em capacitar os beneficiários para que possam sair do Bolsa Família.

“Eu acho que tem pessoas que, de fato, pela urgência, pela necessidade, precisam [do Bolsa Família]. Agora, eu também defendo que o Governo Federal incentive as pessoas que estão na idade de trabalho ativo a procurarem um curso profissionalizante. A gente tem falta de mão de obra hoje no Paraná”

Barros disse que é papel também dos governos incentivar os mais jovens a optar por cursos técnicos no Ensino Médio , de forma a se especializarem, conseguindo empregos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.

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