Morte de gari baleado por empresário na rua completa um ano sem data prevista para julgamento
Morte de gari Laudemir Fernandes completa um ano Um ano após a morte do gari Laudemir Souza Fernandes, baleado por um empresário enquanto trabalhava na limpeza urbana de Belo Horizonte, familiares seguem sem previsão para a data do julgamento de Renê da Silva Nogueira Júnior.
O homem confessou ser o autor dos disparos.
De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a última movimentação do processo ocorreu em 19 de junho de 2026.
Na ocasião, um pedido de habeas corpus feito pelos advogados de Renê foi negado pela 8ª Câmara Criminal da Corte. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp O crime, que aconteceu em agosto de 2025, foi motivado por uma briga de trânsito (relembre o caso mais abaixo).
Segundo as investigações, a arma que efetuou os disparos pertencia à esposa de Renê, a delegada da Policial Civil Ana Paula Lamengo Balbino Nogueira.
Dois dias após o a morte de Laudemir, a delegada entrou em licença médica.
Desde então, não voltou às atividades na polícia.
A mãe de Laudemir, Irani Fernandes, conta que a ausência do filho, que tinha 44 anos, lembrado como carinhoso e presente, é sentida na rotina.
“É uma saudade imensa, que a gente nunca esquece.
Pode passar anos, mas a gente está sempre lembrando.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Minas Gerais.