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Review: Young Ladies Don’t Play Fighting Games traz FGC aos animes

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Review: Young Ladies Don’t Play Fighting Games traz FGC aos animes

Uma das estreias mais legais nos animes de julho de 2026 foi Young Ladies Don’t Play Fighting Games , que nós chegamos até a publicar uma prévia do primeiro episódio aqui no portal do Flow Games.

Com o fim da primeira temporada, disponível para streaming no catálogo da Crunchyroll Brasil , também chegou o momento de publicarmos a nossa crítica dos primeiros 12 episódios dessa história .

Como falei no meu canal, o Aquele Anime , esse é um prato cheio para a galera da FGC, pois não é todo dia que a gente pode ver uma obra majoritariamente focada no universo das lutinhas.

Confira a análise completa a seguir! Um pouco de Yuri e MUITAS lutinhas Se o mangá original de Eri Esima já era muito focado nas lutas (afinal de contas, está no literal título da obra), o licenciamento da Capcom com Street Fighter 6 colocou os combates em uma posição de ainda mais destaque no formato de anime.

As meninas de Young Ladies Don’t Play Fighting Games vivem e respiram Street Fighter 6, chegando ao ponto de ir até a EVO para jogar competitivamente.

Isso significa que volta e meia boa parte da metragem é gasta mostrando gameplay do jogo de sucesso.

Por um lado, isso é muito legal para entusiastas da FGC, e sabemos que toda temporada a gente encontra obras com hiperfocos temáticos inusitados.

Se há desde animes sobre lavanderias e corridas de cavalo, por que não poderíamos focar em lutinhas também? Então quando não estamos vendo lutas, estamos acompanhando a rotina de mocinhas em uma escola de prestígio e bons modos onde a baderna não é tolerada de forma alguma, incluindo a jogatina de videogame.

Por lá, os sentimentos aflorados acabam criando vários situações explícitas ou de subtexto Yuri, ou seja, de amor entre meninas.

Nada é consumado e muitas vezes a tensão sexual é desarmada com humor levinho, então o que eu realmente lamento é que não tenhamos muito desenvolvimento de personagens ao longo desses primeiros 12 episódios.

Se com as protagonistas o andamento não sai do rasinho, com as coadjuvantes isso é ainda pior, o que compromete bastante a diversão.

Vale a pena ver Young Ladies Don’t Play Fighting Games? ©Eri Ejima/KADOKAWA/Young Ladies Don’t Play Fighting Games Partners As legendas em português também ficaram um pouco problemáticas, pois a galera da localização acabou não valorizando o vocabulário e terminologia únicos da FGC.

Por exemplo, ao invés de ver gente falando em “farofar”, você verá provocações ao redor de ser… moggado?! São detalhes assim que impedem o anime de Young Ladies Don’t Play Fighting Games de voar mais alto.

Quem é alheio ao mundo das lutinhas provavelmente vai ficar entediado com o excesso de gameplay.

Ler a notícia completa no Flow Games ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em flowgames.gg — o conteúdo pertence a Flow Games.

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