Doping, prisão e brigas: o destino de quatro futebolistas amigos de Neymar
Neymar construiu uma carreira de controversas dentro dos gramados, mas também fora deles.
Ao longo da trajetória, o jogador colecionou polêmicas, que vão de xingamentos públicos a seu técnico no Santos a recentes críticas por trair a esposa, Bruna Biancardi.
Coincidentemente ou não, alguns de seus principais companheiros ao longo da carreira também tiveram trajetórias marcadas por crises de imagem.
A coluna GENTE relembra os “parças” de Ney que, assim como ele, se envolveram em controvérsias ao longo da carreira. ( Agora a coluna GENTE também está no Instagram .
Siga o perfil @veja.gente ) Dani Alves Talvez o maior expoente da relação entre parceria e polêmica desta lista, Dani Alves foi, por anos, um dos melhores amigos de Neymar.
A amizade era celebrada publicamente, e a influência de Ney chegou a fazer o lateral mudar os planos da carreira para se transferir ao Paris Saint-Germain, em 2018, e atuar ao lado do camisa 10.
O relacionamento, no entanto, foi abalado em 2022, quando Alves foi acusado de estuprar uma mulher em uma boate de Barcelona.
O jogador foi condenado em primeira instância pelo crime e preso na sequência — ocasião em que o pai de Neymar chegou a contribuir financeiramente para auxiliá-lo.
Embora um tribunal de segunda instância o tenha absolvido em 2025, a imagem de Daniel Alves ficou profundamente desgastada.
Desde então, os dois não voltaram a ser vistos juntos publicamente, alimentando especulações sobre um possível rompimento da amizade.
Paul Pogba Um dos jogadores mais talentosos da história do futebol francês, Paul Pogba mantém uma amizade de longa data com Neymar.
Ao longo da carreira dos dois, a imprensa internacional noticiou diversas tentativas de reuni-los em um mesmo time: Pogba chegou a tentar levar Ney para a Juventus, enquanto o camisa 10 fez movimentos para que o francês fosse para o Barcelona.
Campeão da Copa do Mundo de 2018, Pogba teve sucesso onde o brasileiro falhou, mas também se envolveu em polêmicas.
O jogador foi suspenso por dois anos por doping após testar positivo para dehidroepiandrosterona (DHEA), ainda que o tribunal tenha considerado que a ingestão da substância foi acidental.
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