O que se sabe sobre a operação que prendeu ‘Malu Navalha’, suspeita de agiotagem em grupo que movimentou R$ 10 milhões
Mulher é presa suspeita de integrar grupo de agiotagem e extorsão A operação da Polícia Civil que resultou na prisão da suspeita de agiotagem "Malu Navalha" revelou como agia o grupo criminoso investigado por movimentar cerca de R$ 10 milhões em oito meses.
Com ação no Distrito Federal (DF) e mais dois estados, os suspeitos chegavam a cobrar juros de até 20% ao mês e fazia cobranças por meio de ameaças.
A prisão faz parte de uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), iniciada na quinta-feira (10).
A Justiça expediu 47 ordens judiciais, sendo 12 prisões preventivas, 18 mandados de busca e apreensão e 17 bloqueios financeiros em Goiás, DF e Tocantins. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Segundo a investigação, a mulher teria usado uma linha telefônica para fazer cobranças com ameaças, além de outros indícios de participação no esquema.
O g1 não conseguiu contato com a defesa da mulher até a última atualização desta reportagem.
Confira abaixo o que se sabe sobre a operação até o momento.
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Segundo a polícia, ele e familiares passaram a receber ameaças após não conseguirem quitar um empréstimo devido às altas taxas cobradas.
A partir da denúncia, os investigadores passaram a reunir provas sobre a atuação da organização.
Como funcionava o esquema? Segundo a polícia, a organização fazia empréstimos com juros considerados abusivos, que chegavam a 20% ao mês.
Em áudios obtidos durante as investigações, os cobradores ameaçavam de morte pessoas que não quitavam as dívidas.
O grupo também é suspeito de utilizar contas de empresas e parentes para esconder a origem dos recursos movimentados.
Como o dinheiro era movimentado? Conforme a polícia, os valores circulavam por meio de contas de pessoas jurídicas e familiares dos investigados para dificultar a identificação da origem do dinheiro.
A investigação aponta que a organização movimentou aproximadamente R$ 10 milhões em um período de oito meses.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tocantins.