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“Eu vivo na luz do meu avô”, diz Juliana Brizola à CNN

CNN Brasil ·
“Eu vivo na luz do meu avô”, diz Juliana Brizola à CNN

Em entrevista à CNN Brasil nesta segunda-feira (14), a ex-deputada estadual e candidata ao governo do Rio Grande do Sul , Juliana Brizola (PDT) , defendeu sua trajetória política e afastou a ideia de viver do legado do avô, o político Leonel Brizola : “Eu vivo na luz do meu avô”.

Durante sabatina promovida pelo canal com os concorrentes ao Palácio Paratini , a candidata falou das cobranças políticas por ser mulher, mas ressaltou os anos no poder Legislativo municipal e estadual no RS e se definiu como “outra geração” em relação ao avô.

“Eu acho sempre essa pergunta engraçada.

Porque mulher é sempre diferente, né? No caso, mulher é assim: ‘Tu tá preparada? Ah, mas o que tu é além de ser a neta do Brizola? Não, tu vive na sombra do teu avô’.

Eu não, eu vivo na luz do meu avô para começar, porque ele era um homem iluminado.

Mas, para terminar, eu tenho 20 anos de vida pública.

Fui vereadora, deputada, secretária municipal, relações internacionais, tenho um mestrado, sou formada em direito, enfim, eu tenho toda a minha trajetória, sou mulher, sou de outra geração” , disse.

Leia Mais À CNN, Juliana Brizola fala de alianças, legado do avô e planos para o RS CNN Brasil começa série de sabatinas com candidatos ao governo do RS Quem são os candidatos a governador do Rio Grande do Sul em 2026 A política também falou da visão da população estadual sobre o brizolismo — corrente política advinda do pensamento e ações de Leonel Brizola no antigo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) e no atual PDT (Partido Democrático Trabalhista) .

Para ela, apesar de diferentes correntes políticas no estado e da polarização, há uma espécie de “saudosismo” com a corrente ideológica entre o povo gaúcho.

“Aqui no Rio Grande do Sul, né, significa não só a figura do Brizola, sabe? Mas muito também os valores que o Brizola trouxe para a política ao longo dos seus 60 anos de vida pública.” “Seja alguém que acolheu ele na época da fuga [na Ditadura Militar], seja alguém que estudou porque ele deu uma bolsa, seja alguém que estudou nas famosas brisoletas, sempre tem uma história.

E olha, seja de direita, de centro ou de esquerda, eu conheço brisolista de direita, brisolista de centro e brisolista de esquerda” , completou.

Na entrevista desta segunda, a candidata também falou da atual situação do PDT no âmbito nacional, principalmente com a saída de Ciro Gomes (atualmente no PSDB), no Ceará, assim como do nome de políticos da sigla acusados de envolvimento no esquema de fraudes no INSS.

Juliana defendeu a integridade da sigla, ao mencionar que o PDT em si não é investigado, com a existência de “gente boa e gente ruim” em todos os partidos.

Nessa mesma seara, ela defendeu investigações: “as pessoas não deveriam ficar assim tão impressionadas ou chateadas porque são investigadas”.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

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