A opinião de Robbie Williams sobre o Take That seguir sem ele
Antes de se consolidar como um gigante da música pop britânica, Robbie Williams integrou o Take That .
Quando ele saiu do boy group nos anos 1990, a separação foi traumática.
Entretanto, toda ferida sara com o tempo.
Em entrevista a Igor Miranda para a Rolling Stone Brasil , Robbie deu detalhes sobre sua relação atual com o líder de seu ex-grupo, Gary Barlow .
Em dado momento da carreira, os dois se odiavam e competiam nas paradas para ver quem sairia por cima.
Hoje em dia, há um entendimento maior entre as partes: “Eu amo, admiro e respeito o Gary, e temos uma amizade muito peculiar, linda e levemente trágica.
Ele não é mais a pessoa que era quando tinha 19, 20, 21 ou 22 anos, e eu também não.
Somos mais gentis, mais brandos, mais abertos, mais dispostos a compartilhar.
Os fantasmas de quem e do que éramos às vezes permanecem no ambiente — ou em nossos pensamentos —, mas não é mais quem ou o que somos.
Suponho que isso seja natural quando se teve algum tipo de vínculo traumático como o que tivemos.” A relação entre Williams e Barlow está tão boa a ponto que os dois colaboraram para uma música no álbum mais recente de Robbie, Britpop (2026), “Morrissey” , uma homenagem ao vocalista do The Smiths .
E o estilo da música, dada a persona pública de Moz, é uma fonte de diversão para o astro: “Acho muito engraçado que, especificamente, Gary Barlow e eu tenhamos nos unido para compor uma música pop alegre sobre… Morrissey .” Quanto ao Take That, tudo parece estar em paz entre as partes.
Após uma década e meia de tensão causada por sua saída em 1995, o cantor retornou ao grupo para o álbum Progress (2010), embora a reunião tenha sido breve – apenas até 2014, quando precisou se afastar para focar na família e na carreira solo.
Entretanto, Williams apoia os colegas e está animado para o novo disco deles, Dreamers , cujo lançamento será dia 20 de novembro: “Adoro isso.
Sobre o novo álbum, ouvi uma das músicas e morri de inveja dela.
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